Crescimento da Igreja no seu email:

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Denominações Reagem à Perda de Membros

Segunda-feira, Junho 29, 2009

Após perder aproximadamente 25% dos seus membros nas últimas décadas, a igreja Metodista (United Methodist Church), apontada como a maior denominação protestante tradicional, decidiu investir $20 milhões em uma nova campanha de marketing que inclui website, televisão e equipes de rua para mudar a imagem da igreja.

"E se a igreja não fosse um prédio, mas milhares de portas? Cada uma dando acesso a um conceito ou experiência diferente de igreja? Você viria?", diz o site.

A igreja Luterana (Evangelical Lutheran Church), outra denominação protestante importante nos Estados Unidos, também têm colocado propaganda na televisão sobre a sua obra assistencial e encorajando os membros a sentirem orgulho e compartilharem a sua experiência com amigos.

A igreja Episcopal lançou recentemente um website chamado "I am Episcopalian", onde 500 mil pessoas colocaram vídeos falando da sua fé.

A igreja Batista do Sul recentemente obteve o resultado de uma pesquisa da LifeWay Research concluindo que a igreja poderá perder quase 50% dos membros até o ano 2050 se não reverter a imagem de ser uma igreja para pessoas idosas e predominantemente brancas.

Segundo Stephen Prothero, professor de religião na Universidade de Boston, as igrejas tradicionais estão tentando se reinventar. Estratégias empreendedoras mais típicas das megaigrejas evangélicas que focalizam a experiência do membro estão sendo adotadas pelas denominações tradicionais.

Seguindo tendências atuais entre os jovens americanos de interesse em assuntos globais e justiça social, a igreja Metodista está mostrando projetos ao redor do mundo, enquanto a igreja Luterana apresenta projetos assistenciais nos Estados Unidos e projetos missionários no Senegal.

Prothero acredita, no entanto, que essas denominações terão que fazer algo mais para se diferenciar da cultura, assim como as religiões que têm crescido. "O problema com o Protestantismo tradicional é que ele é muito parecido com a America tradicional."


Leia Dan Gilgoff, "Churches Fight Back Against Shrinking Membership", US News & World Report (3/6/09).



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E-Religião

Sexta-feira, Junho 19, 2009

Os padrões comportamentais mudaram com o meio online, fazendo com que as pessoas pudessem encontrar algum auxílio religioso a distância. Apesar de recente no Brasil, o fenômeno da "e-religião" tem ganhado destaque em outros países.

Já é possível acender uma vela virtual, pedir oração via chat ou email, fazer uma macumba virtual ou vodu, assistir à pregações via webTV, fazer simpatias e despachos e até fazer leitura de tarot e cartas.

De acordo com uma pesquisa do instituto californiano especializado em assuntos religiosos, o Barna Research, até o final da década, mais de 10% da população norte-americana utilizará a internet como espaço para suas experiências religiosas.

"Atualmente, quase todas as religiões já usam a web para atrair pessoas, prometendo graças e oferecendo orações, ajuda ou até acendendo velas em rituais virtuais. O fato de exercer qualquer tipo de fé pela internet não muda. Não é porque a pessoa não está pessoalmente fazendo uma oração que sua fé é menor. A tecnologia chegou para agregar valores", explica o estudioso da história das religiões Emmanuel Heliades.

Segundo ele, o cristianismo é a maior religião do mundo, com mais de 2 bilhões de seguidores, baseando no monoteísmo e nos ensinamentos de Jesus de Nazaré. Aqui se enquadram os católicos, os evangélicos, os adventistas, os anglicanos, os luteranos, entre outros.

Leia a notícia do UOL (2/6/2009).

Metade do Brasil Será Evangélica?

A revista Época (25/5/2009) apresentou uma recente estimativa da SEPAL que conclui que em 2020 os evangélicos somarão 104 milhões de pessoas no Brasil, metade da população.

Segundo o artigo, se isso acontecer, algumas coisas vão mudar:

Educação: Para ter acesso à Bíblia. a escolaridade será mais valorizada.
Família: Como a família é prioridade, o número de lares desfeitos poderá diminuir.
Álcool e Drogas: Evangélicos não bebem nem se drogam. O consumo cairá.
Violêncio: É incerto se um Brasil mais evangélico será menos violento.


A partir do crescimento numérico, outro fenômeno parece se delinear no horizonte: o aumento da influência desses fiéis em todas as esferas da vida brasileira.

A antropóloga Christina Vital indica a razão do crescimento evangélico ao apontar que essas igrejas são mais flexíveis. Os evangélicos adotaram regras menos rígidas e passaram a buscar a religião não só como forma de subir aos céus, mas também de alcançar a prosperidade. "O movimento adapta-se aos costumes, o que deverá continuar nos próximos anos. Hoje já temos igrejas evangélicas que aceitam gays', diz Christina.

Esses dados nos fazem refletir. O que mudará com a crescente presença dos evangélicos? Qual papel cada igreja exercerá nesse novo cenário? Vale tudo pelo crescimento evangélico? Até onde devemos ser flexíveis, ou teologicamente falando: como ser relevante sem comprometer os princípios Bíblicos? -- Marcelo Dias

O Pastor Coca-Cola

Quinta-feira, Maio 14, 2009


A revista Super Interessante deste mês (maio/2009) apresenta o fenômeno da igreja de Enoch Adeboye que fez a seguinte declaração polêmica: "Se a Coca-Cola pode, nós podemos".

Eleito uma das 50 pessoas mais influentes do mundo, disse que a multinacional de bebidas americanas projeta que em 2020 haverá ao menos 1 Coca-Cola na casa de cada família no mundo; assim também sua igreja terá nesta mesma época 1 fiel em cada lar no planeta.

"Nos anos 80, a igreja evangélica Redeemed Christian Church of God começou a arrebanhar fiéis fora da terra natal, a Nigéria. Liderada pelo pastor Enoch Adeboye, um doutor em matemática, a expansão se provou um sucesso: multiplicou os então 40 templos da igreja para mais de 5 mil, hoje espalhados por 117 países. Também fez explodir para 5 milhões o número de
seguidores da Igreja na própria Nigéria. Para isso, criou um império na Nigéria, com canal de televisão, produtora de filmes, escolas e universidade."

Aqui, missionários já começam a erguer templos da Igreja de Deus dos Cristãos Redimidos -
como foi batizada em português - em 8 cidades, como Brasília e Uberlândia.

Como funciona a Igreja de Deus dos Cristãos Redimidos. o império de Adeboye recém-chegado ao Brasil:

CRENÇAS E OBRIGAÇÕES
A Igreja acredita que o Espírito Santo dá dons a seus seguidores, como falar ínguas supostamente divinas e fazer profecias. Segundo a Igreja, orações podem resolver problemas dos fiéis e até curar doenças. Em retribuição, eles devem pagar o dízimo, geralmente de 10% da renda.

CERCO DA FÉ
Para conquistar fiéis, o pastor nigeriano conta com um complexo de comunicação na Nigéria. Ele tem uma revista, umcanal de TV a cabo, um provedor de internet e uma produtora de filmes evangélicos. A igreja ainda administra uma rede educacional com mais de 80 escolas e uma universidade.

ENTREP0STOS PELO MUNDO
A expansão da igreja começou com a ajuda de imigrantes nigerianos que viviam no exterior. Depois, missionários foram enviados para desbravar novos territórios. Hoje, a Igreja está em países como China, Paquistão e Alemanha. Só Estados Unidos e Reino Unido têm mais de 300 templos cada.

DESEMBARQUE NO BRASIL
Há 3 anos um missionário chegou ao país. Os cultos já começaram no Distrito Federal e nos estados da Bahia, de MinasGerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Pernambuco. O objetivo é pegar carona no sucesso de igrejas como a Assembleia de Deus, com cerca de 20 milhões de féis.

Discipular e Crescer

Sábado, Abril 25, 2009

Esta pergunta, à primeira vista, parece impertinente. Como falar que a igreja evangélica no Brasil está com algum problema de crescimento? Os números, cada vez mais animadores para os evangélicos e preocupante para os católicos, comprovam o crescimento fantástico dos evangélicos nesta última década. Temos um templo em quase cada esquina das grandes cidades. Os espaços onde funcionavam bares, cinemas, oficinas mecânicas, mercados e outros comércios, tornaram-se lugares de celebrações. Hoje pastoreio uma igreja que tem como sobrenome “Oficina de Vidas”, pois, funciona em um prédio, onde por anos foi uma oficina mecânica para automóveis.

No Brasil, o número de evangélicos dobrou em 20 anos. A revista Veja, de 03 de Julho de 2002, escreveu: “O resultado do censo demográfico no quesito religião, divulgado neste ano, mostra que mais de 15% dos brasileiros – um rebanho de 26 milhões de pessoas – são protestantes. É um percentual cinco vezes maior que em 1940 e o dobro do de 1980. Em Estados como Rio de Janeiro e Goiás, o índice supera 20% dos habitantes. No Espírito Santo e em Rondônia, os evangélicos passam de um quarto da população. Esse ritmo indica que metade dos brasileiros poderiam estar convertidos em cinco décadas – um tempo mínimo quando se fala em avanço religioso.”

Bem, talvez pudéssemos mudar a pergunta para: Qual é o fator que mais inibe o crescimento saudável da igreja evangélica no Brasil? Sabemos que diante desta pergunta muitas razões poderiam ser elencadas, tais como: falta de ética, ausência de compromisso, superficialidade na fé, pouco ou quase nenhum conhecimento bíblico, igrejas comerciais, etc e etc...Contudo, gostaria de me deter num fator que está atrás de muitos outros na deterioração da igreja evangélica brasileira, e quem sabe das igrejas no mundo inteiro: a perda de um processo sério, dinâmico e conseqüente de discipulado.

... O alicerce e maior investimento que Cristo fez, para o crescimento de Sua igreja, foi criar um movimento de discipulado a partir de seus 12 discípulos.

... O que é discipulado? Keith Phillips em seu livro, A Formação de um Discípulo, pág.16, escreve: “O discipulado cristão é um relacionamento de mestre e aluno, baseado no modelo de Cristo e seus discípulos, no qual o mestre reproduz tão bem no aluno a plenitude da vida que tem em Cristo, que o aluno é capaz de treinar outros para ensinarem outros.” O discipulado é um relacionamento. Deus fez discipulado conosco quando se relacionou. “O Verbo se fez carne e habitou entre nós...” Jo1:14. Sem este relacionamento direto, encarnado, Deus não poderia nos ensinar de si mesmo.

Para que temos dedicado nossas vidas? Para quem temos dado a maior parte do nosso tempo? Estamos encarnados (nossa missão) para quê? Se dissermos que somos discípulos de Jesus, nossa missão deverá ser a mesma: fazer discípulos!!! Como podemos então quebrar este ciclo de descompromisso com o discipulado na igreja brasileira? Começando pela nossa própria vida. Deus pode nos usar para mudar esta história.

Pensemos em três chaves para isso: Primeiramente você deve ter um discipulador. Discípulo consegue discipular bem melhor se estiver sendo discipulado. É um processo, e como todo processo ele precisa de um início, meio e fim. O início é ter alguém investindo em sua vida. Um líder pastoral ou mentor a quem você prestará contas com freqüência. Esta pessoa deverá entender os valores de um processo sério de discipulado. Está difícil encontrar, mas se procurar com diligência, irá encontrar. Esta pessoa deverá caminhar com você, lhe auxiliando em seu crescimento relacional (com Deus, consigo mesmo, com sua família, com seus líderes, com sua igreja, com o mundo ao seu redor); crescimento de caráter (auxiliando a enxergar as áreas do seu coração que precisam de uma renovação - e não são poucas); crescimento em conhecimento bíblico (precisamos de um conhecimento da Palavra de Deus para usarmos em nossa defesa e ataque – foi assim que Jesus fez quando tentado pelo diabo. Lc 4:1-13); crescimento em habilidades ministeriais (nos ajudando a conhecer nossos dons, paixão e lugar certo no corpo de Cristo para nos sentirmos úteis.Em segundo lugar você deve compreender e praticar as disciplinas espirituais de um discípulo de Jesus e se dedicar a elas de corpo, alma e espírito. Jesus nos ensina a vida simples, a comunhão, a oração, a Palavra de Deus, e o evangelismo (testemunho). David Kornfield em seu livro As Bases na Formação de Discipuladores, pág. 25, Ed. SEPAL – escreve: “Um discípulo é uma pessoa cujo compromisso principal na vida é seguir a seu mestre, desenvolver-se para ser como seu mestre, e fazer a vontade de seu mestre.” Ser um discípulo integral e radical de Jesus é voltar a praticar as coisas que Jesus viveu.

Como é sua vida? Simples e descomplicada com tempo para desfrutar do amor de Deus e se dedicar às pessoas que Deus coloca em sua caminhada? Sua comunhão com outros discípulos (crentes) é estreita, intensa e transformadora? Seu tempo dedicado a Palavra lhe dá encorajamento e direção, ouvindo a Deus aqui e agora em relação à sua vida e ministério? A oração faz parte de sua sociedade com Deus, recebendo orientação em todos os aspectos, não fazendo nada sem antes confirmar com Ele? Você compartilha do evangelho e seu testemunho, regularmente, com pessoas que não conhecem a Cristo? Em terceiro lugar você deve assumir a responsabilidade de ser um discipulador. A Bíblia diz: “E as palavras que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie-as a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar outros” (2 Tm 2.2). Deus está buscando homens fiéis, pessoas dispostas a tornarem-se discipuladores. Elas renovarão o ciclo de crescimento com saúde da igreja brasileira.

Penso que devemos segurar um pouco nosso crescimento e relançarmos os alicerces do discipulado. Deus está desejoso de levantar um movimento de pastores, líderes e crentes discipuladores em nossas igrejas. Meu desejo ainda é ver isto acontecendo nesta geração. Não seremos mais chamados de crentes, evangélicos ou protestantes; mais sim de discípulos!
Discípulos de Jesus Cristo!Desenvolvendo as características espirituais de um discípulo, observando e aprendendo com Jesus Cristo, e, sendo encorajados por outra pessoa que nos ama significativamente e caminha conosco de maneira interessada, e sendo discipuladores de algumas pessoas que Deus coloca em nossas vidas; teremos condições de nos tornar uma grande e saudável igreja evangélica no Brasil.


Marinho Soares da Silva Filho é pastor Metodista Livre e coordenador regional do MAPI em Cuiabá-MT

A Oportunidade da Crise

A busca por ajuda espiritual e financeira está refletindo na frequência aos cultos nos Estados Unidos. Segundo uma pesquisa recente, divulgada pelo jornal USA Today, 62% dos pastores responderam que têm recebido um número maior de pessoas pedindo ajuda e 31% têm recebido mais pedidos vindo dos membros.

Nessa pesquisa da LifeWay Research, 40% dos pastores disseram que têm membros desempregados e 37% confirmou a decisão de aumentar os gastos para ajudar os carentes.

O reverendo Bill Ankerberg, da Whittier Area Community Church, disse que 1.100 dos 1.800 membros adultos se inscreveram para ajudar em projetos sociais nas escolas, hospitais, abrigos, etc.

Na igreja First Family, em Kansas, o pastor Jerry Johnston realizou um culto especial por aqueles que estavam desempregados e eles receberam 2 mil pessoas--o culto mais cheio do ano.

O reverendo Larry Klinker da Zion Lutheran Church, em Ohio, termina dizendo: "Tenho gasto mais tempo com aconselhamento agora. A diferença que vejo entre agora e outros tempos difíceis é que agora a crise está mais difundida e não existe uma noção de fim".

É só Convidar!

Complementando o post anterior, gostaria de apresentar os resultados de uma outra pesquisa recentemente conduzida também pela LifeWay Research.

O dado que mais chamou a atenção foi a resposta de 67% dos americanos: iriam visitar uma igreja, se um familiar fizesse um convite pessoal.

Um convite pessoal de um amigo ou vizinho seria eficaz para 63% dos entrevistados. A mesma porcentagem estaria disposta a receber informações sobre uma igreja local vinda de um familiar.
"A lição primária que americanos deveriam aprender com essa pesquisa é que muitos dos amigos estão prontos para um convite", disse Ed Stetzer, diretor da LifeWay Research. "Vizinhos ainda precisam de um convite simples e pessoal para conversar, interagir e ir à igreja. Claramente, relacionamentos são importantes e funcionam juntamente com marketing."

Essa foi a maior pesquisa já realizada sobre a receptividade dos americanos a métodos diferentes de convites. Dos 13 métodos testados, esse foi o único com resposta positiva por parte da maioria. Visitas de porta em porta recebeu a menor aprovação (24%).

Em termos de passos posteriores no contato com os familiares e amigos, o único cenário com resposta positiva é receber um cartão postal da igreja informando os próximos assuntos abordados nos cultos (52%). O pior seria uma ligação.

Responder a uma oferta de maior informação através de um número 0800 apela a 20%, mas somente 1% assistiria a um culto pela televisão ou visitaria o website de uma igreja local.
Anúncios teriam uma boa resposta também: em jornais (46%), no rádio (41%), na televisão (40%), em outdoors (46%) e mala-direta (45%).

A pesquisa dá um bom perfil da receptividade dos americanos e uma boa idéia para ser aplicada aqui na realidade brasileira.

Mais detalhes sobre os resultados, no site www.lifewayresearch.com.

Evangelismo é a Prioridade dos Pastores

Sexta-feira, Abril 24, 2009

Uma pesquisa online realizada pela LifeWay Research procurou identificar as prioridades do ministério de 800 pastores batistas.

O tamanho da igreja é um fator importante ao identificar os ministérios mais importantes, de acordo com Scott McConnell, diretor associado da LifeWay Research. Pastores de igrejas com menos de 100 membros têm uma tendência maior de identificar evangelismo como um ministério importante (72%) do que aqueles que lideram igrejas com mais de 250 membros (60%). Pastores de igrejas de tamanho médio tendem a valorizar mais o ministério jovem (90%) do que os demais. Enquanto pastores de igrejas maiores, incluem a adoração como importante (46%).

Apesar de as igrejas menores terem mais dificuldades para encontrar líderes, três de cada quatro congregações tem um líder eficiente para o seu ministério principal. Curiosamente, os pastores que indicaram o evangelismo como uma prioridade, responderam que esse também é o ministério mais difícil para se encontrar um líder. Quase metade dos pastores disseram que evangelismo está entre os cinco ministérios mais importantes que não têm um bom líder à frente.

Portanto, eis a classificação geral dos ministérios mais importantes:

Evangelismo (24%)

Escola Bíblica/Pequenos Grupos (17%)

Adoração (13%)

Proclamação (10%)

Crianças e Jovens (9%)

Discipulado/Aconselhamento (7%)

Oração (5%).

A pesquisa também quis saber como os pastores se relacionam com os líderes desses ministérios importantes. De forma geral, 40% dos pastores indicaram que se reunem com o líder. Outros se reunem com o grupo todo que lidera o ministerio (22%), enquanto 21% se reunem regularmente com o grupo de líderes dos vários ministérios.

O Fim da América Cristã

Quarta-feira, Abril 08, 2009


O artigo de capa da revista Newsweek, do dia 13/4/09, escrito por Jon Meacham, trará o título: "O Fim da América Cristã".

O alarde surgiu com a divulgação da 2009 American Religious Identification Survey. O número de americanos que se dizem não ter afiliação religiosa quase dobrou desde 1990, indo de 8 para 15 por cento. Outro detalhe que chamou a atenção foi o fato de a região Nordeste dos Estados Unidos ter se destacado nesse sentido.

Segundo R. Albert Mohler Jr., presidente do Southern Baptist Theological Seminary, "os contornos mais básicos da cultura americana têm sido alterados radicalmente. O consenso judeu-cristão do último milênio está dando lugar para uma crise cultural pós-moderna, pós-cristão, pós-ocidental que desafia a essência da nossa cultura".

Ainda, de acordo com a pesquisa, a porcentagem daqueles que se identificam como cristãos passou de 86 para 76%. Atualmente, os judeus são 1,2% e os muçulmanos, 0,6%. Enquanto isso, o número de pessoas que se descrevem como ateístas passou de 1 milhão para 3,6 milhões desde 1990.

Outros dados interessantes apontam que menos pessoas consideram os Estados Unidos uma nação cristã, desde o ano passado, sendo que 68% dos entrevistados acha que a religião está perdendo influência na sociedade americana. Aqueles que pensam que a religião pode solucionar todos os problemas atuais nunca foram tão poucos--48%.

O artigo ainda apresenta uma perspectiva histórica do uso do termo "pós-cristão" e conclui: "Ser menos cristã não significa necessariamente que a América é pós-cristã".

Uma Igreja Fértil

Sexta-feira, Março 20, 2009


Esta semana, o conceituado The Wall Street Journal publicou uma história, escrita por Fred Barnes, no mínimo, interessante. Este é um testemunho de um pastor nos Estados Unidos, que em tempos de crise financeira, tem usado uma estratégia agressiva de crescimento plantando novas igrejas.

Veja um resumo:

Em 2007, a minha esposa Barbara e eu saímos da Igreja The Falls, de 277 anos, a qual frequentamos desde que nos tornamos cristãos. Não saímos brigados. Não tínhamos anseios políticos ou teológicos. Ao contrário, fomos para uma igreja nova porque a antiga quis assim. ... Fomos encorajados pelo Rev. John Yates (pastor da igreja) a fazermos parte da Igreja Christ the King plantada próxima à nossa casa.

Estávamos hesitantes quando a igreja começou, em setembro de 2007. A igreja iniciou com um culto mensal em um auditório escolar de 600 lugares. Cerca de trinta pessoas apareceram, a maioria, parte do grupo vindo da Igreja The Falls. Logo a nova igreja recebeu um investimento de $100 mil dólares e alugou um auditório para cem pessoas numa escola particular, e começou os cultos regulares. Atualmente, os 130 adultos e as quarenta crianças se reunem todas as semanas em uma outra igreja alugada.

Um dos maiores problemas em uma nova igreja é que não nos conhecemos. De forma que o Pr. David Glade, de 35 anos, organizou grupos de almoço que se reunem mensalmente. Três grupos de estudos bíblicos para homens já surgiram juntamente com um para mulheres. Temos um ministério de oração e um coral. Um retiro espiritual está marcado para agosto. Os visitantes tendem a ser solteiros ou casais jovens. Seis batismos estão agendados para daqui a duas semanas.

O articulista aponta que plantar igrejas é um movimento crescente entre os evangélicos. É um campo missionário. Existe uma teoria por detrás desse movimento. Igrejas antigas frequentemente se comportam como clubes fechados que não atraem pessoas novas. Além disso o crescimento populacional é muito maior do que o crescimento demográfico nos Estados Unidos, principalmente nas cidades.

O Reverendo Yates teve muita dificuldade em usar esse plano enquanto parte da Igreja Episcopal. Ao deixar a denominação ele desenvolveu o alvo de plantar vinte igrejas no norte do estado de Virgínia antes de aposentar-se. Até o momento já foram cinco novas igrejas.

Igrejas inovadoras, são o departamento de "Pesquisa e Desenvolvimento" do Cristianismo. Elas atraem novos líderes e influenciam as igrejas já existentes.

"Todas as igrejas novas tem uma fase de ajustes, buscando entender quem são e se conhecendo", disse o senhor Glade. Christ the King já passou por isso e tornou-se uma igreja estável financeiramente. O alvo é tornar-se uma igreja saudável. "Uma igreja saudável se reproduz", disse o senhor Glade.

Nova Moda: Igreja Missional

Quinta-feira, Março 12, 2009


Os termos "missional" e "igreja missional" tem aproximadamente dez anos de idade, mas já tem mais de meio milhão de ocorrências no Google. Mais e mais pessoas estão falando sobre igrejas missionais. O que é realmente esta moda que alguns estão identificando como o maior desenvolvimento no Cristianismo desde a Reforma?

Um livro lançado em 1998, Missional Church: A Vision for the Sending of the Church in North America foi a primeira obra, segundo a revista Christianity Today, a apresentar o conceito de igreja missional. O livro escrito por vários autores nasceu na Gospel and Our Culture Network, um grupo de pastores e professores que procurou trazer as discussões do World Council of Churches sobre a missio dei para os Estados Unidos. O movimento missional, de muitas maneiras, é uma força contrária à maneira tradicional das igrejas. Em vez de estar focalizada nos programas, a igreja missional se orgulha de estar focalizada nas pessoas.

"Missional é um estilo de vida, não uma afiliação ou atividade", explica o especialista Reggie McNeal em seu novo livro Missional Renaissance: Changing the Scorecard for the Church. "Pensar e viver missionalmente significa ver a vida como uma maneira de estar envolvido com a missão de Deus ao mundo.
A compreensão missional do Cristianismo desfaz o Cristianismo como religião", escreve McNeal.

As três principais mudanças no pensamento e comportamento são: foco ministerial interno para externo; desenvolvimento de programas para desenvolvimento de pessoas, como atividade principal; e, liderança baseada na igreja para liderança baseada no reino.

"Para esses líderes missionais, a igreja deixou de ser internalmente ocupada para ser focalizada externamente, de concentração primária na sua manutenção institucional para desenvolvimento de uma influência incarnacional", segundo McNeal. "Esses líderes pensam mais em impacto no reino do que crescimento da igreja."

De acordo com a Pesquisa Americana de Identificação Religiosa de 2008, recém divulgada, a porcentagem de americanos sem religião pulou de 8,2% em 1990, para 14,2% em 2001, e agora, para 15%.

“Uma iniciativa baseada no 'venha e receba' não está encontrando o seu espaço na cultura. Temos que descobrir como ser igreja onde as pessoas já estão em vez de estabelecer uma igreja separada em nossa cultura e esperar que as pessoas se identiquem com ela."

Obviamente, novas roupagens e modas quanto à missão da igreja surgem de tempos em tempos. As declarações trazem boas intenções e preocupações válidas quanto à relevância da Igreja. Num primeiro momento resta-nos sempre verificar os princípios bíblicos e tentar ler as entrelinhas -- Pr. Marcelo Dias.

Mais links sobre igrejas missionais:

Qual é o Seu Dom?

Sábado, Março 07, 2009


No mês passado (9/2/09), o Grupo Barna divulgou o resultado de uma pesquisa sobre os dons espirituais.

As primeiras conclusões foram que 68% dos americanos já ouviram falar sobre dons. Esta porcentagem foi um pouco maior no sul (75%) e no oeste (71%) do que nas outras regiões do país. Os números também foram diferentes de acordo com os vários segmentos cristãos, sendo: 99% dos evangelicais e 74% dos não-evangelicais. Da mesma forma houve diferença entre protestantes (75%) e católicos (54%). Curiosamente aqueles que frequentam uma igreja tradicional conheciam menos sobre o assunto (68%) em comparação com os membros das outras igrejas (78%).

Aqueles que responderam como tendo conhecimento sobre o assunto, identificaram seu dom assim:

Ensino - 9%
Serviço - 8%
Fé - 7%
Encorajamento - 4%
Cura - 4%
Conhecimento - 4%
Línguas - 3%

Durante os últimos 13 anos, a pesquisa identificou algumas tendências:
A porcentagem daqueles que se dizem ter o dom do encorajamento cresceu de 2% para 6%. Em contrapartida, o dom de evangelismo passou de 4% para 1%. Felizmente, o número de pessoas que conhece o seu dom passou de 8% para 13%.

Do total das respostas, 21% não foram identificadas com as listas bíblicas de dons, tais como: senso de humor, cantar, saúde, vida, felicidade, paciência, um emprego, uma casa, compromisso, premonição, criatividade e discernimento.

Algumas conclusões parecem surgir desta pesquisa. Primeiramente, o assunto precisa ser tratado com mais frequencia. Em segundo lugar, precisamos aplicar os dons espirituais de forma intencional na igreja.

Oportunidades de Reevangelização

Quarta-feira, Fevereiro 11, 2009

Na última edição do ano passado da revista Ultimato, um assunto interessante foi abordado: reevangelização.

Mark Carpenter, em seu artigo sobre reevangelização em uma sociedade midiática, começa definindo o termo como "semear o evangelho uma segunda ou terceira vez". E para ele "parece não haver ferramenta melhor que a internet para disseminar com insistência e ubiqüidade".

"Como pode um indivíduo - uma pessoa física sem acesso privilegiado aos gatekeepers tradicionais ou eletrônicos - usar as vantagens das novas mídias e tecnologias para evangelizar com eficácia e disseminar uma cosmovisão bíblica sem alienar-se daqueles que pretende alcançar?

"É necessário respeitar os parâmetros e as regras do jogo de cada formato. Convivência e familiaridade com cada ambiente precede qualquer tipo de estratégia de comunicação. É
~nêcessário também compreender as pressuposições pós-modernas abraçadas
por muitos que transitam pela web. Não precisamos comprometer nossas convicções, mas é necessário buscar um diálogo inicial respeitando os termos da cosmovisão alheia até ganhar o direito de ser ouvido. Devemos procurar o diálogo, conscientes das limitações que cada mídia e formato impõem.


Na mesma revista, Rubem Amorese aborda a reevangelização em uma sociedade pluralista. O primeiro passo, na sua opinião é definir a sociedade. "A mente secularizada de nosso 'século'
sonha com um lar. Ela é cidadã do mundo (portanto, não tem pátria; sendo de todos, não pertence a ninguém); vive numa "sociedade-supermercado", sob o império das diferenças; conformouse ao hábito de escolher nas prateleiras da vida; é consumidora e consumista;
é relativizada e gosta de poder optar; é horizontalizada (o valor do que é ofertado nas prateleiras depende de quem escolhe); é volúvel (não resiste a uma oferta, a uma novidade, a uma
promoção); é superficial como uma borboleta (sempre de passagem para a próxima flor); é hedonista (seus critérios de escolha são o prazer: pessoal, íntimo e intransferível); é iconoclasta (porque é horizontalizada) e tem como valor maior e bússola existencial sua auto-estima."


A sugestão do autor ao abordar essa sociedade é que "a reevangelização dessa mente precisa incluir a oferta concreta do amor de Deus. Um amor que receba, acolha, perdoe, restaure, coloque um anel no dedo e uma sandália nos pés. Essa mente não sabe ser convencida. Não quer decidir logicamente. Não resistirá acordada à nossa apologética. Mas poderá ser seduzida por uma manifestação afetiva, sacrificial, não-combativa, não punitiva da igreja. A doutrina certamente terá o seu lugar na renovação das mentes, para que seja possível experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus."

Link para vídeo sobre a mesa-redonda envolvendo os dois autores.

Cristãos Pós-Modernos?

Sexta-feira, Fevereiro 06, 2009


A Revista da Folha (11/1/09) trouxe uma extensa reportagem por Maeli Prado e Rafael Balsemão falando sobre "como jovens paulistanos pregam o Evangelho para atrair modernos, roqueiros e até atores pornô".
O artigo apresenta um conceito, chamado igreja emergente, que tende a se tornar cada vez mais em evidência. É interessante notar como esses missionários vão em busca dos perdidos, contextualizam o Evangelho, são até bem conservadores em certos aspectos, mas vêem o processo de santificação--transformação diária--diferente da maioria dos cristãos conservadores.

A matéria apresenta três projetos alternativos que acontecem em São Paulo:

Projeto 242
"Criado há dez anos, o projeto marca a chegada a São Paulo da chamada igreja emergente, movimento que nasceu na Inglaterra, na última década. É uma vertente que congrega denominações que começaram a oferecer cultos alternativos para a juventude, unindo espiritualidade, cultura e vida em comunhão.O próprio nome da igreja remete ao espírito de comunidade: é uma referência bíblica ao versículo 42 do capítulo 2 do livro dos Atos dos Apóstolos: 'E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações'. A divulgação da fé se dá por meio de sites, fotologs e blogs.

"Os fiéis do 242 são jovens de classe média ou média alta, muitos deles profissionais de áreas ligadas à criatividade, como designers, publicitários e arquitetos. Acreditam nos valores mais estritos da moral cristã, como a virgindade.Ao mesmo tempo, fazem parte de uma comunidade religiosa na qual não precisam mudar a linguagem, as roupas ou as preferências musicais para se assumirem como cristãos.


Sexxx Church
"Grupo criado para ajudar prostitutas e viciados em pornografia 'a encontrarem Deus'. Seus 30 missionários são de diversas denominações. Em outubro, o grupo fez jus à primeira parte do nome e foi visto na 13ª Erótika Fair de São Paulo. Lá, o Sexxx Church alugou um estande e exibiu camisetas com os dizeres "Jesus ama os atores pornô", com a figura impressa de um Cristo de óculos escuros e exibindo tatuagens no braço.


Projeto Toque
É justamente em busca de quem se "desviou" do cristianismo que iniciativas como o projeto Toque, uma ONG apoiada pelo 242, se aproxima de prostitutas, sem-tetos e crianças de rua na noite paulistana. "Vamos à região da Cracolândia, da Boca do Lixo e do largo do Arouche e abordamos travestis para conversar, fazer amizade", relata Fernanda Pinilha, 26. "Acreditamos que, só por estar com eles, resgatamos sua dignidade." A integrante do projeto Toque resume a opinião dos fiéis das igrejas emergentes sobre o homossexualismo: "Acreditamos que não é o plano de Deus para o homem, mas não podemos excluir, julgar".

"Na sala ampla, repleta de pinturas estilizadas de figuras religiosas nas paredes, os instrumentos de uma banda de rock estão a postos e um telão exibe slides que fazem referência ao papel de Jesus como revolucionário.Nas pequenas mesas e sofás, alojam-se os fiéis: jovens tatuados que usam roupas modernas e prestam atenção a cada palavra proferida pelo representante comercial Hudson Parente, o pregador da noite, paramentado de calça jeans e tênis All Star."


Mandamentos das Igrejas Emergentes
1. Não há divisão entre o que é sagrado ou mundano: os fiéis fazem parte da cultura do lugar onde estão e ouvem música não-cristã, por exemplo.

2. Ênfase na comunidade: em geral, são igrejas menores, em que os relacionamentos são estimulados e todos se conhecem.

3. São "cristocêntricas", ou seja, os fiéis seguem o exemplo de Jesus.

4. Procuram realizar ações para incluir os excluídos pela sociedade.

5. Estimulam a criatividade e o uso da arte; os membros participam mais ativamente dos cultos.

Ateus, Graças a Deus?

Terça-feira, Janeiro 27, 2009

Há alguns meses, colocamos uma postagem aqui sobre uma campanha ateísta nos ônibus de Londres. Esta semana é a vez de a revista IstoÉ trazer uma matéria sobre a repercussão daquela campanha aqui no Brasil.


"Acaba de ser criada a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea), para dar visibilidade e pedir respeito a quem não tem fé.

"Com pouco mais de um mês, a organização conta com 160 membros - mas alguns são agnósticos, ou seja, têm dúvidas sobre a existência de Deus. No censo de 2000, 7% da população brasileira declarou não ter religião. Dentro desse grupo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não especifica quais são ateus. Um dos objetivos da Atea é justamente solicitar ao IBGE que conte o número dos que não acreditam em divindades.


Segundo a autora, uma das razões para a crescente onda de iniciativas ateístas são os vários conflitos e guerras que tem a religião como pano de fundo. "São esses extremos que levam muitas pessoas a explicar o ressurgimento do ativismo ateu como reação ao fortalecimento das religiões e do radicalismo da fé. 'Ele poderia ser um contraponto ao extremismo que cria sectarismos e guerras', diz a antropóloga Regina Novaes."




Um Templo Novo a Cada Dois Dias em SP

O jornal O Globo apresentou essa estatística essa semana. Segundo a reportagem, "cidade de São Paulo ganhou, em média, um novo templo religioso a cada dois dias nos últimos quatro anos.


"Números da Prefeitura apontam que há atualmente na capital 3.584 imóveis registrados como templos e igrejas. Há quatro anos, havia 2.675 imóveis funcionando com essa função, o que significa que a cada 12 meses foram abertas 227 igrejas. Na ponta do lápis, há um local de oração para cada 3.000 moradores da cidade."

"A Avenida Celso Garcia, na zona leste, transformou-se numa espécie de "avenida da fé". Pelo menos oito templos com credos diferentes foram abertos quase vizinhos uns aos outros.
Apesar do crescimento acelerado das crenças evangélicas pentecostais entre os brasileiros na última década, 68% dos paulistanos ainda se dizem católicos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2000.

"Outros 12% dos moradores da cidade são evangélicos e 9% não têm crença, diz o censo. Os números mostram uma diminuição da influência do catolicismo: em 1991, eram 80% dos paulistanos, frente a apenas 6% de evangélicos.

"Três ramos evangélicos predominam na cidade, segundo o especialista Cesar Romero Jacob, da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ): Assembleia de Deus, Congregação Cristã do Brasil e Igreja Universal do Reino de Deus.

"Os evangélicos de missão, no entanto, representam menos de 3% da capital e cresceram menos de 1% entre 1991 e 2000. Dentre os grupos que integram esta divisão religiosa, os batistas predominam, com 1,5%, sendo seguidos pelos adventistas, com 0,7%.

"Há na capital cerca de 40.000 judeus, que correspondem a mais ou menos 0,25% da população. O número de espíritas é maior: chega a 370.000 (2,4% dos habitantes da cidade). Segundo Jacob, o espiritismo é praticado na maior parte de São Paulo, mas não é expressivo em favelas, onde a presença de grupos pentecostais é mais significativa. São Paulo é ainda a única capital brasileira com presença expressiva de budistas: são quase 90.000, muitos com ascendência oriental.

Evangélicos dominam a periferia
"Para o cientista político Cesar Romero Jacob, há na periferia da capital um "cinturão pentecostal" que inclui pessoas com baixa instrução e níveis de renda inferiores aos de moradores do centro, conforme mostram os números do censo do IBGE de 2000.

"- Do centro à zona oeste da cidade, como nos bairros de Jardins, Pinheiros, Mooca e Ipiranga, há um predomínio de 82% de católicos, frente a 5% de evangélicos. Se você segue para as regiões de Guaianazes e Cidade Tiradentes, na zona leste, são mais de 30% de evangélicos contra 40% de católicos - afirma Jacob, autor do livro "Atlas da Filiação Religiosa Brasileira".
Segundo ele, municípios da Grande São Paulo que fazem divisa com as zonas leste e oeste da capital, como Poá e Ferraz de Vasconcelos, têm acelerado crescimento da população evangélica, enquanto que, ao sudoeste, a religião católica mantém o fervor nas cidades do ABC, com até 80% dos fiéis.

"O professor afirma que os bairros mais ricos da capital, situados a oeste e sudoeste do centro, mantêm-se pouco afetados pela onda pentecostal. Lá, percentuais inferiores a 5% da população seguem a religião, cuja influência cresceu quase 10% entre os paulistanos, na década de 90. No extremo da zona sul, no Capão Redondo, os números mostram que até 30% da população é de evangélicos.

"Os judeus também concentram-se em regiões nobres, sobretudo as localizadas no oeste e sudoeste, como Higienópolis. Já os espíritas se espalham por uma série de bairros que vão do sudoeste ao nordeste da capital, onde a religião representa de 6% a 10% dos moradores. Além de nessas áreas, os espíritas estão também em alguns bairros dos municípios de Santo André e São Bernardo.

Jesus Não É uma Marca

Sábado, Janeiro 24, 2009


No primeiro exemplar de 2009 da revista Christianity Today, a matéria de capa tinha esse título: "Jesus Não É uma Marca". O artigo que obviamente tem provocado muitas reações busca mostrar o porquê é perigoso fazer do evangelismo uma outra forma de marketing.


O extenso artigo chama a atenção, particularmente, porque não questiona simplesmente as técnicas e métodos do marketing, mas a sociedade ocidental no século 21.


O autor portanto comenta que nós "vivemos numa cultura comercial que aceita que virtualmente tudo está à venda. Simplesmente não há como estar na arena pública sem aplicar o marketing. Mesmo que você não tenha a intenção de comercializar a sua igreja, é assim que os consumidores vão perceber o seu evangelismo." E, "portanto, eis o dilema: o produto que estamos vendendo não é como os outros produtos--na verdade nem é um produto."


O artigo ainda apresenta quatro conflitos principais que a Igreja enfrenta:


1. "Sou o que eu compro" versus o Senhorio de Cristo.

Numa sociedade consumista, a minha identidade vem do que eu consumo. E inevitavelmente as pessoas farão as perguntas: O que estou expressando se eu "comprar" o evangelho? Como o Cristianismo completará essa minha visão para a vida? O perigo é a Igreja subtamente contorcer o Evangelho somente para satisfazer as necessidades pessoais.


2. Descontentamento versus a Suficiência de Cristo

Apesar de o consumismo prometer satisfação pessoal, o ciclo econômico depende inteiramente de um descontentamento contínuo. A questão do consumismo não é fazer alguém comprar um carro, mas cada vez um carro mais novo e mais caro.

O evangelho também não sugere que teremos todas as nossas vontades feitas, mas ensina sim que devemos aprender a estarmos contentes em quaisquer circunstâncias confiando em Deus.


3. Relativismo das marcas versus a Supremaica de Cristo

No marketing as marcas têm valores associados, têm preços. Esses valores são alterados de acordo com a influência delas no comportamento dos consumidores. No evangelho, as pessoas podem até trocar o Cristianismo por outra religião, mas isso não faz Cristo valer menos. O Cristianismo não é só mais uma opção entre tantas.


4. Fragmentação versus a Unidade em Cristo

O marketing eficaz sempre trabalha com segmentação para divulgar a sua mensagem de forma específica para cada grupo. Apesar de o princípio valer como um primeiro passo, talvez, no evangelismo, em última instância o Cristianismo apresenta a unidade em Cristo.


A sociedade não deverá deixar de ser consumista, portanto, a não ser que deixemos de fazer evangelismo, o marketing é inevitável, de acordo com o artigo. E se o marketing é a linguagem da nossa cultura, deveríamos estar fluentes nela. O evangelismo continua, mas cientes da cultura no qual está inserido.

Um Feliz 2009!

Após aproximadamente um mês sem novidades no blog, estamos voltando, ainda que, timidamente. Mudanças significativas estão acontecendo e têm alterado bastante o ritmo das atividades.


Nada disso, no entanto, implica em abandono do blog. Pelo contrário, desconfio que todas as mudanças contribuirão grandemente para continuarmos produzindo, coletando e apresentando as realidades que influenciam (positivamente, em especial) o cumprimento da missão!


Um feliz 2009 e um abraço, Pr. Marcelo E. C. Dias.

Sem Crise no Crescimento da Igreja

Quinta-feira, Dezembro 18, 2008



O The New York Times do dia 13 de dezembro trouxe uma reportagem, de James Estrin, sobre os efeitos da crise nas igrejas, apresentando três exemplos.

O repentino crescimento no número de adoradores na pequena Shelter Rock Church em Nova Iorque forçou o pastor a implementar uma sala com circuito interno de TV e cem cadeiras extras, e que não estão dando conta da demanda.

Em Seattle, a Mars Hill Church, uma das que mais cresce nos Estados Unidos, chegou a 7 mil membros recentemente. Na Life Christian Church em Nova Jersey, os pedidos de oração dobraram -- quase todos relacionados a empregos.
Assim como muitas igrejas evangélicas, essas três têm visto um crescimento contínuo na última década. Mas desde setembro, os pastores têm notado um despertar de interesse pelas igrejas, confirmando a conhecida máxima: momentos de crise são propícios para as igrejas.

"É um momento excelente, uma grande oportunidade evangelística", disse o Rev. A. R. Bernard da Christian Cultural Center, a maior congregação evangélica de Nova Iorque.

Por todo o país, as igrejas estão apresentando programas com conselhos financeiros práticos. Os pastores têm mudado a temática dos sermões. As Testemunhas de Jeová, que vinham fazendo o seu trabalho de porta em porta à noite, voltaram para as horas do dia. Pastores estão abrindo grupos de oração pelas cidades.

Um estudo no ano passado entitulado "Orando por Recessão" feito por David Beckworth, professor de economia na Universidade do Texas, procurou estabelecer tendências de crescimento entre igrejas evangélicas e tradicionais.

O Pastor Don MacKintosh, um evangelista adventista do sétimo dia da Califórnia entrou em contato com o Dr. Beckworth recentemente: "Precisamos aproveitar esse momento, todos os reavivamentos cristãos na história deste país vieram em períodos de temor".

A noção do momento histórico é reforçado especialmente por aqueles que relembraram dos 150 anos do Fulton Street Prayer Revival. Durante o pânico de 1857, um grupo de financistas reuniu-se ao meio-dia para um culto de oração no distrito financeiro de Manhattan.

Para alguns, a resposta é óbvia: "Temos o melhor produto da Terra." Mas para o Dr. Beckworth, os evangélicos, de forma geral, tendem a ser mais pobres do que membros de outras igrejas e, portanto, dependem mais das suas igrejas em tempos de crise, tanto para o apoio material, como espiritual.

Tendência dos Megatemplos em São Paulo

Sábado, Novembro 22, 2008

O jornal O Estado de São Paulo, publicou recentemente uma reportagem de Bruno Paes Manso e Rodrigo Brancatelli sobre as novas construções na cidade.

"Com mais de 2 mil anos de história, os católicos abriram mão da estética tradicional das igrejas e vão abusar das curvas, placas metálicas e concreto para erguer em Interlagos, na zona sul, o novo santuário Mãe de Deus.

"Já os evangélicos da Universal do Reino de Deus, congregação com 31 anos de vida, seguiram caminho inverso. Foram buscar inspiração no passado, mais precisamente no século 11 antes de Cristo, para construir a nova sede mundial da igreja, na Avenida Celso Garcia, no Brás, região central. O novo prédio será uma réplica do Templo de Salomão, o primeiro templo de Jerusalém.

"Em Santa Cecília, em um quarteirão colado ao bairro de Higienópolis, a nova sinagoga da Congregação Mekor Haim deve ser o maior centro de educação religiosa para judeus ortodoxos de São Paulo. Com seu estilo funcional, poderia passar por um prédio empresarial, não fossem os pilares de concreto na calçada para evitar carros-bomba e o topo em formato triangular.

"Até 2010, representantes de católicos, evangélicos e judeus ortodoxos esperam ter finalizado os três templos, que seguramente farão parte da lista dos principais do Brasil, atraindo centenas de milhares de fiéis. O Santuário Mãe de Deus, por exemplo, terá capacidade para receber 100 mil pessoas, duas vezes mais do que a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, no interior de São Paulo, e 30 vezes mais do que a Catedral da Sé.

"No novo Templo de Salomão da Igreja Universal haverá um amplo salão com capacidade para 9.500 pessoas sentadas. O tamanho da romaria de fiéis, contudo, é imprevisível. A sede mundial da Igreja Pentecostal Deus É Amor, com mais 70 mil metros quadrados, também localizada na região do Brás, já chegou a receber 110 mil fiéis em um só dia."

À Sua Maneira, Jovens Cultivam Fé

O jornal O Estado de São Paulo (16/11/08), recentemente chamou a atenção para o desenvolvimento da fé pelos jovens. O artigo, de Emilio Sant’Anna e Simone Iwasso, começa apresentando quatro jovens:


  • Há seis anos, Valentim, de 20 anos, criado em família católica, é budista.

  • São da mesma época os primeiros passos de Fany, de 27, no xamanismo e nos rituais do Santo Daime.

  • Seu namorado, Gabriel, de 20, também segue as duas religiões, além de ser adepto do rastafarianismo - a mesma religião de Bob Marley (1945-1981).

  • Wellington, de 21 anos, passou a freqüentar a igreja evangélica Bola de Neve há dois anos, após ser convencido por um vizinho.

Então os articulistas apontam para uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e do Instituto Polis, realizada em sete regiões metropolitanas (Belém, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo). O comportamento de mais de 8 mil jovens diante de assuntos como religião e política foi analisado para se traçar um perfil dessa população.

"Nesse universo, a participação em grupos é vivida por 28,1%, a maior parte pertencentes às classes A e B. A religião é o principal motivo que os une (42,5%), seguida por atividades esportivas (32,5%) e artísticas (26,9%).

"A forma como os jovens vivem a religiosidade, no entanto, chama a atenção. 'Essa é uma geração que experimenta mais, entra e sai das religiões com facilidade', diz a antropóloga e pesquisadora do Ibase, Regina Novaes. 'Muitas vezes, a procura leva a uma mistura de crenças pois eles se sentem mais livres para procurar um lugar em que se sintam bem.'
A vivência familiar é uma das explicações para a flexibilidade da fé. 'Essa geração vem de famílias plurirreligiosas, o que é uma novidade', explica Regina.

"Uma pesquisa feita neste ano por um grupo conduzido pelo teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com cerca de 1.500 universitários paulistas de 17 a 25 anos reflete a tendência dos jovens buscarem sua própria fé. O estudo mostrou que 20% dos entrevistados se declaram crentes sem religião. Ou seja, estavam ligados a práticas religiosas, sem serem filiados a nenhuma delas. 'É comum ouvir dizer que a juventude perdeu as crenças, mergulhou no niilismo, no consumismo e no individualismo e abandonou as práticas religiosas. No entanto, a pesquisa descobriu que, pelo contrário, o jovem cultiva intensa religiosidade, que se integra em sua vida', afirma o teólogo.

"Os dados encontrados pelo professor vão ao encontro dos últimos dados disponíveis do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo último censo, há três grandes mudanças em curso na religiosidade do brasileiro, e das quais os jovens até 24 anos fazem parte: queda no número de católicos, crescimento de evangélicos e aumento de pessoas que não se identificam com nenhuma religião tradicional."

O Membro Itinerante

Sexta-feira, Novembro 21, 2008

Em cidades com mais de uma igreja, existe uma forte tendência a existir um grupo de membros itinerantes, que a cada culto buscam uma congregação diferente. Num artigo interessante da Adventist Review, foram apresentados os problemas daqueles que não tem o hábito de freqüentar sempre a mesma igreja, com uma pitada de imaginação:


1. Relacionamentos não são desenvolvidos: Já que a pessoa nem sempre está ali para conhecer e ser conhecida, poucos relacionamentos são desenvolvidos.


2. Falta de responsabilidade: Não dão satisfação da sua vida espiritual para ninguém. Essa é uma parte importante do desenvolvimento espiritual. Os membros itinerantes não criam vínculo com nenhuma igreja. Não fazem parte de um grupo e nem conhecem o nome das pessoas. Por mais que muitas pessoas não entendam a significância disso, é importante que os demais membros da família espiritual "monitorem" o crescimento e desenvolvimento espiritual uns dos outros.

3. Dons espirituais não desenvolvidos: Nessas circunstâncias raramente o membro coloca os seus dons à disposição da igreja. Na verdade, alguns dons ficam escondidos. Dons que poderiam ser ferramentas poderosas nas mãos de Deus.

4. Dificuldade em encontrar um parceiro: Acredite ou não, o membro itinerante tem mais dificuldade de encontrar um parceiro ou parceira. Os itinerantes não chegam a conhecer todos os membros da igreja porque estão se movendo muito rapidamente.

5. Jesus deu o exemplo: Jerusalém provavelmente dava a oportunidade de visitar sinagogas, mas Jesus deu o exemplo. Ele provavelmente chegava para os cultos um pouco antes do início, juntamente com amigos, e se prontificava a ajudar. Ele conhecia as outras pessoas da congregação e participava com eles a cada sábado. Após o culto, eles comiam juntos e conversavam.

Conselho final: Tente permanecer na igreja de sua preferência, sábado após sábado, durante todo o ano. Em vez de buscar uma bênção, seja uma!



Leia o artigo inteiro de Benjamin J. Baker.

O Ministério Cibernético

O Instituto Jetro recentemente chamou a atenção para um artigo intitulado "Porque inovar é um ministério" de José Granado Garcia Filho. Com uma linguagem "tecnológica", o autor fala sobre como a igreja também deve fazer parte dessa nova realidade.


"Grandes inovações surgem não somente para superar uma dificuldade, mas geralmente são criadas a partir dela. A história e a Bíblia nos mostram que, durante os séculos, o Cristianismo institucionalizado tem sido confrontado com novos desafios todos os dias que, na maioria das vezes, são vencidos com mudanças."

"Logo após a ascensão de Jesus, encontramos os discípulos com uma grande dificuldade a ser vencida: sem a presença do Mestre, que continuamente lhes ensinava lições práticas e os instruía como agir, eram eles agora que deveriam dar conta de estabelecer os fundamentos da Igreja do Senhor. Como fazer isso?"

Dilema atualizado
"O tech way of life dos dias atuais pode assustar os ministros evangélicos. Afinal, como lidar com audiências virtuais - cada vez maiores - que buscam informações atualizadas continuamente, tem na imagem sua principal referência de informação e exigem o direito à interatividade?"

"Não se trata de mudar a mensagem da cruz. Mesmo porque a Palavra de Deus e Seus princípios nunca mudam. O que pode – e deve - mudar são as formas de apresentá-los. A Igreja do Senhor não deve se abster de usar as novas tecnologias para obter um nível de influência muito maior do que já possui."

Igreja 2.0
"Imagine uma comunidade oficial para os jovens da Igreja no Orkut. Quantos sinais e dicas daqueles que precisam de ajuda você conseguiria pegar através dos recados postados ali? E ainda: quantos adolescentes e jovens não gostariam de fazer parte de uma igreja dessas?"

"Quantos testemunhos não são dados no púlpito porque o horário do culto é apertado? Experimente gravá-los em áudio ou vídeo e disponibiliza-los no site da igreja. Não só os membros, mas pessoas de todas as parte do mundo poderão ser abençoadas."

"Para que esperar as reuniões para recolher os pedidos de oração do povo? Recolha-os 24 horas através de um formulário padrão via e-mail."

"A igreja é muito numerosa e os membros não conseguem se comunicar com o pastor principal? É hora – aliás, já passou – do pastor ter um blog para fortalecer a visão da Igreja e sentir o pulso do povo através dos recados que eles deixarão. E olha que não serão poucos."

"Não dá pra deixar de falar da transmissão online de cultos e de aulas, que já é uma realidade em muitas igrejas, mas ainda precisa ser muito aprimorada."


"Rádios via Web são um tesouro pouco explorado que podem, a curto e médio prazo, trazer novos membros para a Igreja. Aliás, você sabia que 85% das pessoas que vão conhecer uma igreja nos Estados Unidos visitam antes o site dessa igreja?"

"As pessoas escolhidas para trabalhar nesse Ministério devem ser 100% identificadas com a visão da Igreja, fiéis aos pastores, conhecedoras da Palavra, com muita disposição para trabalhar, criativas, madrugadoras e, acima de tudo, devem amar servir nessa nova frente."

O artigo sugere os seguintes sites:


www.collidemagazine.com
http://thedigitalsanctuary.org
www.worshiphousemedia.com
http://church20.blogspot.com
http://faithvisuals.com

Billy Graham Faz 90 Anos

Sexta-feira, Novembro 07, 2008


O homem que é carinhosamente chamado de "O Pregador do Mundo" comemora, hoje, 90 anos.

Acredita-se que Billy Graham encontrou-se com mais pessoas e em mais lugares no mundo do que qualquer outro na história. Pregou para mais de 210 milhões de pessoas em mais de 185 países. Centenas de milhares foram alcançados pelo seu ministério através do rádio e da televisão, desde a sua histórica crusada evangelística em Los Angeles, em 1949.

O evangelista tem aparecido regularmente na lista da Gallup dos "10 Homens mais Admirados no Mundo". Foi capa das principais revistas americanas, escreveu 27 livros e inúmeros artigos.

Desde a sua aposentadoria, Billy Graham tem ficado na sua casa em Montreat, Carolina do Norte. Ele tem sofrido do mal de Parkinson por quinze anos, entre outras complicações. Há dois anos a sua esposa, Ruth Graham, faleceu aos 87 anos.

Billy Graham declarou à imprensa: "Espero ansiosamente o tempo em que estarei reunido com a minha esposa no céu, onde nenhum de nós terá que experimentar as dores físicas novamente.

"Cada dia é um presente de Deus, não importa a idade. Tenho descoberto que não é porque ficamos cada vez mais fracos fisicamente ao envelhecermos, que devemos enfraquecer espiritualmente. Na verdade, deveríamos ficar mais fortes espiritualmente, já que os nossos olhos só podem focalizar a eternidade e o céu - as coisas que realmente importam."


Em 2002, tive o privilégio de assistir um sermão de Billy Graham em uma das suas últimas crusadas evangelísticas, na cidade de San Diego, na Califórnia. Ele já estava debilitado pela sua condição física mas ainda disposto a apresentar um Deus interessado em cada um dos Seus filhos, e apelar para que aceitem o convite do Pai. - Pr. Marcelo E. C. Dias

Deus--Melhor Remédio Para Depressão

Pesquisadores da Universidade Temple na Filadélfia recentemente revelaram um estudo que mostra como a religiosidade de alguém pode dar pistas sobre o risco de entrar em depressão. Eles descobriram que as pessoas com um senso de propósito, ou um bem-estar existencial maior, têm maior probabilidade de serem felizes e 70% menos chances de ter depressão.

Os pesquisadores disseram que essas pessoas têm um forte sentimento em relação ao seu lugar no mundo. E têm também, o que eles chamam de, uma boa base e que os torna bem centrados emocionalmente.

O estudo descobriu que aqueles que estão envolvidos em atividades religiosas, tais como ir à igreja, tinham 30% menos chances de ter depressão.

A descoberta mais interessante, no entanto, foi que as pessoas com uma forte experiência religiosa estavam entre as mais prováveis de terem tido depressão no passado, o que indica que os depressivos, com freqüência, voltam-se para Deus e buscam nas orações a ajuda que precisam.

Leia na íntegra.

"Provavelmente Deus Não Existe"

Segunda-feira, Outubro 27, 2008


A revista Newsweek recentemente noticiou uma campanha publicitária para os ônibus de Londres. Ateístas estão levantando fundos para o projeto e já têm $113 mil dólares. Entre os doadores está o biólogo da Universidade de Oxford, Richard Dawkins.

A idéia é colocar painéis em 30 ônibus, por quatro semanas, com o slogan: "Provavelmente Deus Não Existe. Portanto, pare de se preocupar e desfrute a vida." A maioria dos britânicos se considera cristã, mas poucos freqüentam a igreja regularmente e pessoas públicas raramente falam sobre as suas crenças.
Segundo alguns entrevistados, os ateístas acreditam que esta é a única vida que temos e, portanto, devemos desfrutar dela. Eles ainda dizem que essa campanha fará as pessoas pensarem -- e pensar é anátema à religião.

Cristãos, de forma geral, não têm se preocupado com os anúncios. Eles pensam que a campanha será positiva em levar as pessoas a gastarem tempo com as perguntas mais profundas da vida. Alguns vão além, dizendo que os anúncios possivelmente atrairão pessoas para o Cristianismo.

Em tempos como estes, como alguém pode ficar sem se preocupar?

Site oficial da campanha:
www.atheistcampaign.org/

Inimigos do Crescimento

Sexta-feira, Outubro 24, 2008

James Meeks, fundador e pastor da Igreja Batista Salem em Chicago, desenvolveu a sua igreja de 200 pessoas para uma congregação de 22 mil. Segundo ele: "Todos podem ter uma igreja que cresça". Eis alguns inimigos do crescimento na sua opinião:

1. Falta de Fé.
Os líderes não devem somente crer que a igreja crescerá; devem esperar que cresça e agir como tal.

2. Falta de Conhecimento.

Essa é a lição de Oséias. O que você não conhece pode matá-lo!

3. Esperar Deus Tratá-lo Diferente das Outras Pessoas.
Todas as leis de crescimento se aplicam igualmente para todos. Ele pode operar grandemente através de você como através de outra pessoa.

4. Pensar que o Crescimento Não É um Objetivo.
O crescimento sempre é um objetivo no Novo Testamento. Não tenha medo de contar o número de pessoas; Deus também faz isso.

5. Um Pastor Inseguro.
A velocidade do líder sugere a agilidade da equipe. Não lidere de forma ambígua.

6. Falha em Alcançar Pequenas Vitórias.
Use cada vitória para alcançar a próxima.

7. Falha em Apelar para o Envolvimento.
Não somente diga às pessoas sobre o que estará acontecendo após o sermão; as convide para participar!

8. Falta de Jejum e Oração.
"Se tivesse um cheque de $5 milhões de dólares preso no teto, você ficaria sem almoçar até alcançá-lo, não é verdade?" ilustra Meeks. Algumas coisas não são possíveis sem jejum e oração.

9. Falha em Começar.
Não espere que outra pessoa realize. Faça a sua melhor pesquisa, ore e pratique.

10. A Razão Errada.
Pergunte à sua equipe: "Por que vocês querem crescer?" Converse sobre as respostas e chegue ao consenso bíblico.

Pastores e Gestores?

Quinta-feira, Outubro 09, 2008

Neste artigo recentemente publicado pelo site www.institutojetro.com, o autor fala de uma figura utilizada na Bíblia para falar da Igreja e do papel do pastor. Usando um termo forte, moderno, administrativo e, recebido com preconceito por alguns, o texto fala sobre o lado "gestor" do pastor.



“Se alguém não sabe governar sua própria família, como poderá cuidar da igreja de Deus?” 1 Tm 3.5

Dentre as muitas figuras utilizadas para explicar a Igreja em sua natureza e missão, a família é minha preferida, pois é simples, profunda e direta. Aliás, particularmente gosto muito quando o assunto bíblico refere-se à família, quer seja através de uma narrativa, poesia, ensino, ou pela simples analogia. As complexas relações conjugais, entre pais e filhos, entre irmãos, dentro de uma comunidade maior, são sempre material para rica análise e aprendizado.

A começar pelo casal, devem nutrir entre si grande afeto e respeito, dedicando tempo para isso. Sua comunicação afetará diretamente a qualidade de seu relacionamento. Se forem transparentes, compreensivos e pacientes, terão maiores chances de êxito no convívio. A tomada de decisões deve ser feita sob oração, temor ao Senhor, concordância e coerência entre si.

Devem dividir entre si os vários papéis que deverão ser desempenhados. O cuidado dos filhos, da casa, das finanças, da saúde, da educação, dos relacionamentos sociais e comunitários, das responsabilidades civis são exemplos dos vários desafios que enfrentam. O dia-a-dia da alimentação, das contas a pagar, da logística dos filhos dentre outros são atividades que precisam ser muito bem coordenadas e desempenhadas. Fica fácil entender como, na prática, são gestores que precisam cuidar dos relacionamentos, das atividades e do patrimônio.

Os filhos nascem como frutos do relacionamento do casal, tornam-se alvo da missão até o ponto que tomam seus próprios papéis gradativamente ao longo do tempo. O plano é que cresçam e se desenvolvam física, emocional, social e espiritualmente ao ponto de alcançarem maturidade e autonomia para constituírem seu próprio lar. Tudo isso demandará longos e muitos anos de oração, cuidado, conversas, disciplinas, estímulos, acompanhamentos, feedback, exortações, comemorações etc. Em certo sentido, filhos precisam ser geridos (além de gerados) ao ponto que se tornem gestores de si mesmos e possam tornar-se pais de outros.

A comparação de Paulo na carta a Timóteo envolve isso e muito mais que uma família exige na prática. Pastores, presbíteros, diáconos e líderes em geral da igreja são sim gestores, tal qual o devem ser em seus próprios lares. A mesma espiritualidade que devem demonstrar em uma oração, adoração ou ensino deve ser vivida nas decisões financeiras, no estabelecimento das prioridades da agenda e nos demais assuntos do cotidiano da vida da igreja.

Sem diminuir a nobreza de sua vocação, pastores são, sim, gestores de seus lares e da igreja. Devem, pois, exercer esse papel com base no amor e na sabedoria do Senhor.



Por Rodolfo Garcia Montosa para o site
www.institutojetro.com

Jesus: o Novo Líder Chinês

A revista Época recentemente (6/10) trouxe uma nota com o título "Um 'novo' líder emerge entre os chineses: Jesus Cristo".

A nota faz referência a uma edição da mesma semana de uma das revistas mais respeitadas sobre economia, The Economist. Na matéria Sons of Heaven [Filhos do Céu], a revista aponta a organização não-governamental que mais cresce na China: o Cristianismo.

Segundo o governo, há 21 milhões de cristãos no país, mas as igrejas falam em algo em torno de 130 milhões. Há 60 anos, eles eram 1% e hoje chegam portanto a 10% da população. Já que o Partido Comunista conta com 74 milhões de membros, pela primeira vez existe um grupo maior na China.

Os cultos na China acontecem principalmente em igrejas-lares. Elas não tem um status claro: nem banidas, nem aprovadas pelo governo. Desde que evitem confronto com a vizinhança e não passem de 25 pessoas, são toleradas. Protestantes são mais aceitos do que os católicos, como um reflexo do tenso relacionamento com o Vaticano.

O Cristianismo tem seguido a migração chinesa. Muitos cristãos estudaram nos Estados Unidos, se converteram e trouxeram a nova fé para casa. Em 2000, a maioria dos cristãos estava no interior da China. Após o ano 2000, o Cristianismo foi trazido para as cidades e apresentado aos intelectuais.

Segundo um dos entrevistados pela revista “se você quiser saber como será a China no futuro, terá que considerar o futuro do Cristianismo na China.”

O Cristão "Verde"

Tudo está "verde" atualmente. A propaganda destaca produtos, serviços e companias que não agridem o meio-ambiente. Mas qual tem sido a relação dos cristãos com a ecologia?
Um novo estudo do Grupo Barna divulgado no mês passado analisa as percepções dos americanos quanto ao meio-ambiente, aquecimento global e mudanças no estilo de vida.


Dos entrevistados, 78% concordaram que gostariam de ver os cristãos mais envolvidos em cuidar da criação de Deus. Metade dos adultos entrevistados afirmaram ter mudado o seu estilo de vida nos últimos 12 meses em benefício do impacto ambiental. A mudança climática, mesmo sendo o assunto mais debatido, tem gerado opiniões diferentes. A maioria (63%) acredita que está acontecendo, enquanto 22% não têm tanta certeza.

O ceticismo de alguns americanos esbarra em cinco razões:

  • 49% dos americanos acham que as soluções propostas afetariam negativamente os pobres, especialmente em outros países;
  • 48% acreditam que o aquecimento atual não é primariamente causado pela atividade humana;
  • 47% indicam que a mídia fez do aquecimento global uma história maior do que é;
  • 47% concordam que a economia americana não está forte o suficiente para atacarem o problema do aquecimento.

    Apesar do apetite para fazer mais pela natureza, poucos cristãos ouviram a expressão "Cuidado da Criação" [Creation Care]. De modo geral, 64% daqueles que vão à igreja nunca ouviram sermões sobre o assunto.

David Kinnaman, que dirigiu a pesquisa, apontou que "a comunidade cristã está vivendo uma certa tensão quanto ao meio-ambiente. Mesmo estando engajada e ativa, está incerta quanto a o que fazer e em quem acreditar."

Existe um problema na liderança cristã a cerca das questões ambientais, bem como uma inabilidade em articular claramente a compreensão bíblica a respeito do cuidado da natureza.

Website do Grupo Barna: www.barna.org/.

A Bruxaria Também Cresce

Enquanto os cristãos tem monitorado cuidadosamente o crescimento do Islamismo, especialmente após os ataques de 11 de setembro de 2001, uma outra tendência talvez esteja passando sem ser notada.

Wicca é a religião que mais cresce nos Estados Unidos e pretende ser a terceira maior em 2012. Os números de novos seguidores crescem a cada 30 meses, segundo Marla Alupoaicei, co-autora de Generation Hex.

O que é. A wicca é uma religião neopagã, iniciática, sacerdotal, com base de práticas na bruxaria Européia sendo, inclusive, chamada atualmente de “Bruxaria Moderna”.

Qual a estratégia. Muitos que se envolvem com Wicca são pessoas solitárias ou com dificuldades para se relacionar e fazer novos amigos e que buscam uma experiência sobrenatural. Na comunidade wiccana eles encontram um grupo que os acolhe e oferece essa experiência.

Leia o artigo todo.

Qual é o Seu Papel no Evangelismo?

Sábado, Outubro 04, 2008



Qual a sua posição em Missões?
Segurando a corda? Os mantenedores.
Ajudando a segurar a corda? Os intercessores.
Dando orientações? Os pastores e apóstolos.
Descendo pela corda? Os missionários.
Na água? Jesus é a solução para você!
Você acha que não está representado no desenho.
Olhe bem! Você pode estar sob a água! Quem não trabalha, dá trabalho!


Infantilidade e Maturidade na Igreja

Entrevista com o Dr. Russell Shedd, publicada em 3 de outubro de 2008 pelo site www.institutojetro.com

Que atitudes caracterizam um líder maduro?

Shedd - Atitudes do líder devem ser aquelas que Jesus teve - Fp 2.5-9 - de servo, de lealdade para com os seguidores, de amor pela obra, de dedicação, sempre mostrando paciência e compromisso em relação à missão que Deus lhe deu.


Em quais áreas da vida ministerial os líderes brasileiros têm demonstrado maior imaturidade?

Shedd - Imaturidade, segundo 1 Co 3.1-4 quer dizer pensar e agir carnalmente, como criança indisciplinada. Alguns líderes têm tropeçado mostrando carnalidade segundo a descrição de Gl 5.19-21 e 2 Co 2.17.

Quais as conseqüências de uma liderança imatura?

Shedd - As conseqüências da imaturidade são de espalhar as ovelhas, dividir a igreja, e de comunicar a mensagem que o que a Bíblia ensina sobre santidade e responsabilidade não tem importância. Imaturidade na liderança estraga os relacionamentos e transforma a igreja ou organização cristã numa igreja mundana (1 Co 3.3)

O que a igreja deve fazer de forma intencional para levar os membros à maturidade?

Shedd - A igreja deve refletir sobre as marcas de imaturidade e fazer o máximo para tirar e mudar essa influência. Selecionar os homens e mulheres mais maduros e os que estão preocupados com sua falta devem formar um grupo de discussão para buscar as melhores soluções. Convide um obreiro que tem criado uma igreja madura para falar sobre os passos que ele tomou para alcançar o nível que atingiu em sua igreja.

Rick Warren afirma em um de seus artigos que “Nossas igrejas estão cheias de pessoas que têm freqüentado a igreja a vida inteira e ainda são como crianças espirituais.” Esta também é a realidade brasileira?

Shedd - Sem dúvida é nossa realidade. Se os membros das igrejas não conhecem a Palavra e os que conhecem, não obedecem, não há possibilidade de ter uma igreja madura. O ensino da Palavra sistematicamente pode ajudar muito. Ignorância é característica de imaturidade.

Que exortação e que incentivos recebemos da Palavra de Deus em relação a este assunto?


Shedd - Eu creio que as exortações de Paulo para os Coríntios, bem como os de 1 e 2 Timóteo poderiam ajudar. Colossenses 1.28 diz que além de evangelizar, Paulo advertia e ensinava com o intuito específico de levar seus discípulos à maturidade em Cristo. O líder que tem o alvo de alcançar maturidade em sua igreja terá mais chance de chegar lá. Programas de leitura bíblica, biografias cristãs e oportunidade para cuidar de grupos pequenos... tudo promove maturidade.

Igreja Tem Direito de Emitir Opiniões

O papa Bento 16 fez uma visita oficial à Itália neste sábado e garantiu aos líderes italianos que a Igreja não tem nenhuma intenção de impor sua vontade em assuntos políticos, mas defendeu o direito da instituição de se expressar em questões sociais.

"Não há razão para temer que a Igreja e seus membros queiram se impor e limitar a liberdade", disse o pontífice, de 81 anos, em pronunciamento no Palácio Quirinale, ocupado pelo presidente da Itália, Giorgio Napolitano.

"(Os membros da Igreja) também esperam ter a liberdade de não trair sua consciência iluminada pelo Evangelho", disse ele, acrescentando que os católicos devem ter permissão para "fazer sua parte na construção da ordem social".

O Vaticano manteve algumas vezes um relacionamento tenso com governos italianos de tendência esquerdista nos últimos anos em questões éticas como uniões homossexuais, pesquisas sobre células-tronco e o papel das escolas católicas no país. Mas tem um contato mais direto com a atual administração de centro-direita, do primeiro-ministro Silvio Berlusconi, embora o Vaticano expresse preocupação sobre alguns dos aspectos da repressão do governo à imigração.


REUTERS - 04.10.2008

Igreja em Aeroporto Decola

Sexta-feira, Setembro 19, 2008

Os membros da Igreja Adventista Gawick-Horley a cada semana fazem o culto sob o som de aviões passando sobre eles. A razão? A igreja está a aproximadamente 300 metros do segundo maior aeroporto da Inglaterra.

A arquitetura da igreja chama a atenção. Uma construção de 150 anos e os vitrais são característicos e atraem parte dos 32 milhões de passageiros que utilizam o aeroporto de Gatwick por ano.

O primeiro-ancião da igreja, Paul Hersey, diz que as pessoas que estão esperando para voar freqüentemente pedem para conhecer a construção histórica. "Em uma semana, passam cerca de 30 a 40 pessoas", segundo Hersey.

Eventualmente, eles esperam ter uma pessoa em tempo integral para recepcionar os visitantes. Atualmente um diácono é responsável pelas visitas. Enquanto que ter um aeroporto por perto aumenta o número de visitantes à igreja, também pode ser um empecilho pelo barulho. Segundo o primeiro-ancião, a solução está nas paredes de um metro de espessura.

A igreja ficou sabendo que essa igreja estava disponível para ser alugada após dois anos sem uso. Com um aluguel de $900 e um contrato de 10 anos, os irmãos passaram a ocupar o prédio no primeiro semestre deste ano. A igreja tem uma freqüência aos sábados de aproximadamente 80 pessoas.

Com o novo local de adoração, os membros têm se animado a envolverem-se na comunidade seja cantando em encontros ou provendo massagem gratuitamente. Com os novos espaços que estão sendo terminados, a expectativa do pastor Opoku-Mensah é oferecer a igreja para casamentos, classes de culinária e vários outros programas evangelísticos. A idéia é ter atividades durante toda a semana.

Leia o artigo na íntegra,
aqui.

Igreja de Dentro do Carro?




Esta é uma reportagem recente (22/8), da TV americana CBS, no mínimo, curiosa. Existe uma outra postagem na seção Idéias Criativas sobre o Drive-Thru de Oração. Talvez algumas dessas idéias sejam "criativas" demais, enquanto outras provoquem a nossa mente quanto a meios de alcançarmos as pessoas levando em conta a sua rotina urbana moderna.

O Avanço dos Católicos na Mídia

Segunda-feira, Setembro 15, 2008


A revista IstoÉ desta semana (17/9/08) traz uma reportagem sobre o uso da mídia pelos católicos.

"Há quem diga que Jesus Cristo tenha sido o grande comunicador da história das religiões. Em
seus discursos, ele se posicionava a favor do vento para que sua voz ganhasse amplitude.
Utilizava a simbologia da palavra "pastor" para mostrar a importância de ser líder das "ovelhas
desgarradas". Nos sermões para as multidões, a montanha era seu palco. A tática, mesmo que
não intencional, funcionou. Milhões de pessoas se viram - e se vêem - representadas em suas
metáforas, arquétipos e alegorias."

"Os pioneiros na entrada profissionalizada da mídia como reforço da prática da fé foram os
evangélicos pentecostais (como a Igreja Universal do Reino de Deus, que atualmente tem a
Record como carro-chefe). Com o discurso adaptado aos novos tempos, o número de seguidores no Brasil aumentou de 3,4% para 15% em 50 anos. Inversamente, os católicos diminuíram de 93% para 73% no mesmo período. "Devemos copiar aquilo que deu certo na forma com que os
evangélicos utilizam a grande mídia", reconhece o monsenhor Jonas Abib, fundador da Canção
Nova, o maior pólo de comunicação católica do Brasil."

A matéria menciona:
Pe. Jonas Abib, fundador da Canção Nova;
Cleidimar Moreira, músico;
Robson de Oliveira Pereira, líder de audiência na Rede Vida;
Pe. Marcelo Rossi
João Monteiro de Barros Filho, fundador da Rede Vida;
Pe. Zezinho;
Pe. Fábio de Melo.
"A cada ano, aumenta o número de padres cantores, festivais profissionais de música, livros, revistas, discos, DVDs, programas de rádio, tevês, além de sites, blogs e, até mesmo, feira de produtos e serviços semelhante aos grandes salões de negócios. Os CDs, produzidos há dez anos em pequenos estúdios das gravadoras religiosas, ganham espaço nas gigantes, como Sony e Som Livre, que ainda gravam DVDs ao vivo de espetáculos com milhões de fiéis."

Teologia e Crescimento da Igreja

Sexta-feira, Setembro 05, 2008

Recentemente adicionei uma nova sugestão de blog sobre o crescimento da igreja de onde extraí os seguintes pensamentos:

"Eu li um livro escrito por um pastor que espera que as igrejas da sua denominação cresça novamente. Comparando as suas igrejas com as que crescem, ele descobriu que as igrejas que crescem são normalmente caracterizadas por uma teologia conservadora.

A descoberta não é nova. Desde o início dos anos 70, Dean Kelley mostrou em seu livro Why Conservative Churches Are Growing [Por Que Igrejas Conservadoras Estão Crescendo] que as congregações com um sistema claro de crenças estavam mais propensas a crescer.

As obras de Thom Rainer, incluindo Effective Evangelistic Churches, posteriormente confirmaram a descoberta. De fato, os estudos de Rainer têm demonstrado que as igrejas que crescem alcançando não-crentes têm uma teologia melhor descrita como conservadora e ortodoxa. Enfim, a teologia é importante se queremos fazer as igrejas crescerem de forma saudável e bíblica.

Considere estas diretrizes ao ensinar teologia na sua igreja:
1. Não assuma que os membros não se importam com as doutrinas.
2. Entenda que freqüentar os cultos e pequenos grupos não conduz automaticamente à fidelidade doutrinária.
3. Inclua a teologia básica na classe bíblica.
4. Aproveite as vantagens dos estudos doutrinários promovidos pela denominação.
5. Exija que os líderes de pequenos grupos se aprofundem nas Escrituras.
6. Comece pelo lar, ensinando a Bíblia aos pais.
7. Esteja disposto a começar com poucos.

Um exemplo de um projeto seria convidar alguns homens para um estudo teológico uma manhã por semana, tendo um livro-texto e estudando uma parte por vez. Os resultados serão surpreendentes.

Fonte: Biblical Church Growth - Chuck Lawless

Rick Warren na Capa da TIME

Quarta-feira, Agosto 27, 2008


Desta vez foi a revista TIME de 18 de agosto que apontou o pastor Rick Warren como o próximo Billy Graham. Warren é pastor da conhecida igreja de Saddleback, na Califórnia e autor dos livros Uma Igreja com Propósitos e Uma Vida com Propósitos.

O artigo fala sobre a personalidade e a história de Rick Warren, enfocando principalmente a sua conexão com a política, recentemente, e a sua preocupação com os problemas sociais.

Acrescento aqui um comentário de Monte Sahlim a respeito dele: "Warren nunca foi significantemente inconvencional. Ele sempre caminhou pelo meio da estrada na sua abordagem à pregação, adoração, teologia e evangelismo. Um série de escritores tem procurado fazer críticas sérias em relação às suas opiniões, mas ninguém as leva a sério porque ele reflete o pensamento convencional de pastores Baby Boomers de todas as denominações protestantes conservadoras".

Rick Warren e seus pensamentos devem ser submetidos à mesma análise que aplicamos a qualquer outro pastor e obras, sem nenhum endeusamento. Portanto, como observadores do mundo cristão e suas interações com o mundo secular, continuamos registrando os passos de pessoas influentes como Rick Warren.

Novo Reality Show: "Faça-me um Cristão!"

Um novo reality show "Make Me a Christian", que começou recentemente no Reino Unido acompanha um ateísta, uma lésbica e outros que tentam viver como um cristão por três semanas. Treze participantes vão ter estudos bíblicos e acompanhamento cristão nos programas apresentados por uma equipe de líderes cristãos britânicos incluindo o Reverendo George Hargreaves. Rev. Hargreaves espera que o programa desperte um movimento evangélico nacional, talvez revertendo o estado de declínio moral.

Segundo a descrição do Diário de Notícias, "com a Bíblia como base de todo o programa, o formato desafia pessoas dos mais diferentes quadrantes. Os participantes - nenhum cristão - têm perfis considerados um pouco invulgares: um ciclista tatuador e ateu; um jovem que foi educado no cristianismo e que agora tem uma namorada que está grávida de dez semanas; um agente de dança que é "viciado" em comprar sapatos de marca; um casal que dedica pouco do seu tempo aos filhos; um homem de 20 anos que, sem conhecimento da namorada, sai à noite para estar com outras mulheres, e uma lésbica que ocasionalmente também se envolve com homens são os concorrentes.

"O programa começou por levar os participantes a uma catedral com mais de mil anos de existência, onde celebraram uma eucaristia. De seguida, regressaram à cidade de Leeds, de onde são naturais, e foi-lhes oferecida uma Bíblia, que têm de ler todos os dias. A vida diária dos concorrentes é depois acompanhada, nas suas casas, e os seus estilos de vida serão cuidadosamente analisados pelos representantes do reverendo Hargreaves. De acordo com a vida de cada um, recebem instruções sobre a melhor forma de viverem como cristãos e as câmaeas de televisão comprovam se os participantes seguem, ou não, essas indicações."

Veja trechos do programa
aqui.

De Onde Vêm as Religiões?

Sexta-feira, Agosto 15, 2008

Recentemente, Monte Sahlin fez um reflexão interessante sobre as novas religiões, em seu blog Faith in Context. Alguns trechos, reproduzo a seguir:

"Os pesquisadores especializados em religiões novas afirmam que vivemos num tempo fértil. Muitas novas religiões estão surgindo em vários lugares ao redor do mundo. Diferentemente de séculos anteriores a maioria dessas religiões não têm surgido por discidência de outras denominações principais. Com freqüência elas não se identificam como "religião", preferindo usar o termo "estilo de vida".

"Uma nova religião que tem chamado a atenção recentemente, com estimados 25 mil seguidores do estilo de vida
goreano. A "Bíblia" deles é uma série de mais de 20 ficções científicas escritas, entre 1960 e 1970, pelo Dr. John Lange, com o nome de John Norman. Nessas obras, o autor criou um contexto cultural com certos valores medievais vagos, incluindo formas de escravidão e um código de honra.

"O pós-modernismo reconhece a imaginação espiritual que Deus criou nos seres humanos, enquanto o modernismo sempre foi muito cético a respeito da espiritualidade natural. Ao entendermos melhor o pensamento atual, compreendemos as tendências religiosas."

Aniversário do Blog Crescimento da Igreja

Neste mês de julho passado, o blog Crescimento da Igreja completou dois anos de atividade. O espaço, que foi inaugurado de forma casual em 2006 quando tive que ensinar o conteúdo de Crescimento da Igreja pela primeira vez (na Faculdade de Teologia do UNASP-EC), tornou-se um espaço gostoso para ir colecionando observações sobre o assunto.

Infelizmente, percebo que o termo, de forma geral, está se desgastando. Algumas pessoas usam-no sem conhecer a origem, sem ter uma definição clara, sem determinar as pressuposições, mas para dar a impressão de estarem atualizadas.

Desde o princípio tenho utilizado o termo Crescimento da Igreja, em vez de Crescimento de Igreja, como a maioria usa. Entendo que muitos têm procurado estudar sobre o crescimento de igreja, mas acredito que o único interesse deveria ser no crescimento da Igreja, a única, a Igreja de Deus.

Muito obrigado àqueles que têm participado desta iniciativa fazendo parte das mais de 50 mil visitas registrada até julho de 2008. Para registrar essa marca, o design do blog foi modernizado, facilitando a navegação e leitura das postagens. Obrigado também aos que acreditam que é o propósito de Deus que a Sua Igreja cresça e cumpra a sua missão!

Rick Warren no Brasil

Quinta-feira, Julho 24, 2008

Neste mês, o pastor Rick Warren, da igreja de Saddleback, considerado o evangélico mais influente no mundo pela revista Time, esteve no Brasil falando sobre a sua experiência e, principalmente, sobre o plano PEACE. Eu estive lá e apresento aqui as impressões positivas das palestras.


A imprensa mundial, no mesmo dia, anunciou que os dois candidatos americanos à presidência, Obama e McCain vão participar juntos de um fórum, pela primeira vez nesta campanha, na igreja de Rick Warren, no dia 16 de agosto. Rick Warren afirmou que os dois já eram seus amigos e, portanto, terá essa oportunidade.


Segundo ele, quando alguém perguntou se ele poderia se tornar um político, ele respondeu que não toparia ser nada menor do que um pastor, já que ele poderia continuar cuidando e influenciando os dois rebanhos.


Rick Warren ainda reafirmou algumas de suas crenças e idéias sobre o Crescimento da Igreja, das quais destaco algumas abaixo:


1. Não existe somente 1 maneira de fazer a igreja crescer.

2. Pastorados devem ser longos. Um novo pastor a cada 2 ou 3 anos é como uma família que recebe um novo pai de tempos em tempos.

3. Liderança é baseada em confiança.

4. Não há como ensinar a fazer uma igreja crescer rapidamente. Um cogumelo leva 6 horas para crescer, uma árvore leva 60 anos e a igreja também tem o seu tempo.

5. Sempre devemos buscar a orientação de Deus. Quando Ele guia, Ele providencia.

6. Nunca deveríamos deixar de ser "amadores" na obra de Deus, no sentido etmológico da palavra, "aquele que ama fazer".

video

Brasil é o 3º país mais religioso entre os jovens


Um levantamento realizado em 21 países constatou que o Brasil possui a terceira população jovem mais religiosa do mundo. Segundo pesquisa do instituto alemão Bertelsmann Stiftung, 65% dos jovens brasileiros são considerados "profundamente religiosos".

Empatado com a Indonésia e o Marrocos --países de maioria muçulmana--, o Brasil fica atrás apenas da Nigéria e da Guatemala, primeiro e segundo lugar, respectivamente. Um total de 21 mil jovens entre 18 a 29 anos participaram da pesquisa alemã.

Em âmbito global, mais de quatro entre cada cinco jovens (85%) são religiosos, e quase metade (44%) são profundamente religiosos. Apenas 13% não acreditam em Deus ou não têm religião, de acordo com a sondagem.

No Brasil, 65% dos jovens se declaram profundamente religiosos, 30% se dizem religiosos e 4% afirmam não ter religião. Apesar de 74% dos brasileiros declararem que rezam diariamente, somente 35% disseram viver de acordo com os preceitos religiosos.

Sobre o número de não-religiosos, o sociólogo afirma que o grupo é uma parcela crescente da população. "O censo de 2000 apontava que 7,3% da população brasileira se declaravam sem religião, o que já representou um crescimento bastante grande em relação ao censo de 1991, que apontava pouco mais de 2%."

No entanto, ele afirma que se declarar sem religião não significa necessariamente que a pessoa não tem fé. "Pode ser que, em outro momento do questionário, ao ser questionada se acredita em Deus, ela irá dizer que acredita", explica ele. "A tendência é as pessoas não terem mais problema em dizer que não têm religião, embora acreditem em Deus e cheguem a rezar nos momentos de fraqueza, perigo ou desamparo."

Mais de 90% dos brasileiros dizem acreditar em Deus e em vida após a morte, de acordo com o estudo alemão.


Detalhes
Para Pierucci, a religião representa, nas vidas das pessoas, uma "pequena oração diária, no máximo, um ou dois minutos".

"Então você tem uma situação aparentemente contraditória
--uma população muito religiosa, como a brasileira, que gosta de religião e a
respeita, a pesquisa mostra bem isso", afirma o sociólogo. "A sociedade
brasileira valoriza a religião, mas não segue nenhuma, porque elas costumam ser muito exigentes. Há apenas uma minoria que segue, o resto não tem nem tempo para isso."

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Ir à Igreja Faz Bem ao Casamento

Sexta-feira, Julho 18, 2008

Casais que freqüentam à igreja juntos têm a tendência de serem mais felizes do que aqueles que raramente vão aos cultos, de acordo com o sociólogo W. Bradford Wilcox da Universidade de Virgínia, Estados Unidos.

Usando três pesquisas americanas nacionais, Wilcox descobriu que a maioria dessas pessoas se descrevem como "muito felizes". E casais que vão à igreja regularmente tem menor probabilidade de se divorciarem, Wilcox também apontou.

Wilcox explicou que a freqüência regular à igreja oferece certos benefícios positivos ao casal: "As igrejas normalmente apóiam normas morais como a fidelidade sexual e o perdão, introduz redes sociais que oferecem apoio aos casais que enfrentam as alegrias e desafios comuns da vida a dois, além da fé que ajuda os casais a entenderem as dificuldades da sua vida, de desemprego às doenças".

Em poucas palavras, Wilcox diz que "o casal que ora unido permanece unido".

Essas descobertas estão no novo livro de Wilcox, "Is Religion an Answer? Marriage, Fatherhood, and the Male Problematic," publicado pelo Institute for American Values.

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Presbiterianos Perdem Membros

Terça-feira, Julho 08, 2008

A igreja presbiteriana nos Estados Unidos perdeu mais de 57 mil membros no último ano -- o maior declínio desde 1981. A porcentagem de 2.5% traz o número de membros ativos (da PCUSA) para 2.2 milhões.


Assim como muitas igrejas protestantes, a PCUSA tem experimentado um longo declínio no número de membros. Em 2007, doze igrejas se juntaram a outras denominações e 71 congregações foram dissolvidas. Cerca de 130 igrejas ameaçaram deixar ou deixaram a denominação devido a discordâncias sobre a homossexualidade e a Bíblia.

A Bíblia nas Olimpíadas

Apesar da controvérsia no início do ano, milhares de Bíblias serão distribuídas aos atletas e turistas nos jogos olímpicos em Pequim -- com a aprovação do governo chinês.

A Sociedade Bíblica, com sede no Reino Unido, anunciou que as 180 filiais ao redor do mundo estão participando do projeto no país onde o governo comunista confiscou todas as Bíblias nas décadas de 1960 e 1970.

O projeto inclui a distribuição de 50 mil exemplares com os quatro evangelhos em chinês e em inglês. Além disso, 10 mil Bíblias completas e 30 mil cópias do Novo Testamento em chinês e inglês estarão disponíveis aos 16 mil atletas e 2 milhões de visitantes esperados.

James Catford, presidente da Sociedade Bíblica, declarou: "Este grande evento esportivo representa uma oportunidade única para tornar a mensagem transformadora da Bíblia disponível a milhares de atletas e visitantes de toda a China e de todo o mundo."

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Caráter de Missionário

Quarta-feira, Junho 18, 2008

Evangelização é 90% atitude e 10% estratégia. Esse é o convite a uma vida de consagração. Na prática a idéia é que o caráter do evangelista está mais relacionado aos resultados do que os próprios materiais e atividades realizadas. As atitudes corretas elegem naturalmente as melhores estratégias.

Recentemente a AMME definiu sete características fundamentais para os missionários cumprirem o propósito do ministério. Este conjunto de características ficou conhecido como 7C. Veja aqui que características são essas e como elas impactam tudo o que fazemos:

Conversão
"O aspecto do caráter ligado à conversão é a manutenção de uma referência: somente somos capazes de viver em conversão quando podemos olhar para a pista contrária e dizer “foi de lá que eu vim, mas agora eu mudei.” Crentes que perdem esta referência se tornam fariseus, vivem uma santidade esquizofrênica, alienada e irreal. Precisamos poder dizer como Paulo que dos pecadores somos os maiores e ainda assim viver agora em perfeita santidade. "

Chamado
"O aspecto do caráter que interessa aqui é a consciência do chamado. Estar cheio de uma chama irresistível como Jeremias, de um fogo que urge para sair de nós em voz profética é a condição para fazermos grandes coisas para a glória de Deus."

Comunhão
"A capacidade de trabalhar junto com outros para a realização de um propósito maior é essencial quando pensamos no tamanho da tarefa que está diante de nós."

Compaixão
"A figura do médico que é bem quisto quando sabe compreender a dor de seu paciente é que evocamos aqui. Compreender as dificuldades das igrejas, sentir suas urgências, ver seus obstáculos é necessário para o desenvolvimento de soluções efetivas."

Competência
"As competências, propriamente ditas, normalmente não são parte do caráter, mas o sentimento de competência é. Saber que recebemos de Deus dons e capacidades que devem ser usados em prol do crescimento do corpo é importante."

Comunicação
"Nosso ministério é profético. Nós falamos da parte de Deus às igrejas sobre a evangelização, portanto, comunicar-se é fundamental em nosso ministério. É claro que muito da comunicação reside na capacidade e no conhecimento, mas a vontade de transmitir a palavra de Deus e comunicar aquilo que é importante e útil é parte do caráter."

Compromisso
A determinação em continuar, apesar das dificuldades, a paciência e a perseverança são necessárias em um ministério que enfrenta forte oposição do inimigo.

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