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Universidades Promovem Cristianismo na China

segunda-feira, abril 09, 2007

A China, que tradicionalmente tem se fechado ao Cristianismo, está experimentando mudanças devido ao crescimento da Igreja.

Edmond Tang dá o seu depoimento: "Hoje é um segredo conhecido que pequenos grupos cristãos, um novo tipo de igreja-lar, conduzidos por professores e alunos, funcionam na maioria das universidades chinesas".


Segundo a notícia, mais de 30 centros de pesquisas na China estão se dedicando ao estudo da religião "proibida". Diferente das igrejas-lar, esses centro funcionam de acordo com as regulamentações governamentais.

O governo chinês aponta que o número de evangélicos é de 16 milhões, apesar de o número real de cristãos provavelmente ser 4 vezes maior.

Tang, diretor do Centro para o Cristianismo Leste Asiatico da Universidade de Birminhgham, diz estar muito otimista quanto à expansão da fé na China.

Veiculado no Ecumenical News International

O Evangelho Comum

sábado, março 24, 2007

Um dos grandes desafios em termos de crescimento da Igreja no Brasil é o conceito de interação com a comunidade.

Todd Rhoades recentemente apresentou quatro características de uma igreja que pensa além dos seus próprios membros e mantém-se consciente da importância de apresentar o evangelho e contribuir com o bem-estar geral.


Igrejas tornam-se "clubes fechados" por várias razões: pressões financeiras, conflitos internos, doutrinas exclusivistas etc. Mas as igrejas que cumprem a sua missão têm outras razões:

1. Igrejas preocupadas com a comunidade estão convencidas de que as boas obras e as boas novas não podem ser separadas.
As boas obras validam as boas novas e as boas novas explicam o propósito das boas obras.
Na verdade essas igrejas entendem que pela definição de igreja é necessário estar envolvido no dia-a-dia da comunidade através do ministério e serviço aos outros.

2. Elas se vêem como vitais para a saúde e bem-estar da sua comunidade.
Elas acreditam que a sua comunidade não pode ser verdadeiramente saudável sem o envolvimento da igreja. Também reconhecem que Deus as colocou ali para ser sal e luz.

3. Elas acreditam que ministrar e servir são expressões normais do viver cristão.
Acreditam, de fato, que os cristãos se desenvolvem melhor quando estão servindo e se doando a outras pessoas. Pensam que as pessoas podem atém aprender através da instrução, mas não podem se desenvolver sem se envolverem no serviço.

4. Essas igrejas são evangelisticamente ativas.
Normalmente pensamos que tudo o que as pessoas precisam para serem salvas é mais e melhor informação.

"O que devo fazer para ser salvo?"

Os Sete Pecados das Igrejas

sexta-feira, março 16, 2007

Recentemente a Adventist Review publicou um artigo do especialista em Crescimento da Igreja, Thom Rainer, que aponta os sete "pecados" das igrejas que estão morrendo. Mais uma vez a nossa intenção é provocar você a fazer o "checklist" na sua igreja!

1. Diluição da Doutrina

Pesquisas mostram que as pessoas que estão buscando uma religião, preferem igrejas com crenças doutrinais definidas.

2. Perda da Paixão Evangelística

Não é surpresa que nas igrejas em decadência exista uma apatia evangelística.

3. Falha em Ser Relevante

Muitas igrejas tem perdido contato com os valores culturais atuais e tendências sociais, de forma que não são capazes de apresentar o evangelho de forma relevante.

4. Inexistência de Ministérios Focados na Comunidade

Outra pesquisa recente aponta que 95% dos programas das igrejas são exclusivamente para os membros, o que demonstra uma incompreensão a respeito da missão da igreja.

5. Existência de Conflitos sobre Preferências Pessoais

Por incrível que pareça, não são os conflitos doutrinários que acabam fazendo os maiores estragos, mas os que envolvem preferências pessoais.

6. Priorização do Conforto

Proclamar o evangelho envolve sair da zona de conforto e explorar as realidades deste mundo, mas nem todos estão dispostos a isso.

7. Desconhecimento da Bíblia

Apesar da ênfase nos estudos bíblicos, a alimentação espiritual regular tem sido colocada em segundo plano. O momento, a estrutura e o material para o estudo da Bíblia existem, mas precisam fazer parte da prioridade da igreja.

Clique aqui para ler o artigo completo em inglês.

A Arte do Pensamento Estratégico

sexta-feira, março 09, 2007

Contextualizar o evangelho para a comunidade onde a sua igreja se encontra aplicando os dons dos crentes requer o desenvolvimento do pensamento estratégico. Planejar é um dos papéis da liderança. Planejar estrategicamente é um dos papéis dos líderes estratégicos.

No livro Tornando-se um Líder Estratégico, Richard Hughes e Katherine Beatty apresentam cinco aspectos essenciais dessa arte:

O pensamento estratégico requer síntese e análise.

A análise envolve destrinchar algo em partes menores. A síntese tem a ver com entender como as partes funcionam juntamente. Mais pessoas sabem analisar do que sintetizar.

O pensamento estratégico é tanto linear como não-linear.

O pensamento linear assume uma causa e efeito ou uma seqüência. Na cultura atual, esse tipo de pensamento tem se tornado cada vez menos eficiente na explicação e previsão de mudanças.

O pensamento estratégico é tanto visual como verbal.

A maioria dos nossos treinamentos, cultos e comissões ainda são essencialmente verbais. O planejamento estratégico envolve uma visão.

O pensamento estratégico é implícito e explícito

Pesquisas mostram que líderes executivos baseam-se em 50% da sua intuição na tomada de decisões. Existe a necessidade de se levar em conta não somente os dados e o senso de praticidade.

O pensamento estratégico envolve tanto o coração como a mente.

As pessoas serão mais facilmente motivadas para o ministério se o coração for tocado. Compreender quem somos e para onde vamos é importante se quisermos envolver as pessoas mais do que intelectualmente.

A melhor abordagem para o pensamento estratégico envolve os dois elementos dessas declarações. Portanto, a dica é analisar os seus líderes em cada aspecto dessa arte e notar se estão sendo equilibrados e completos.

As Igrejas Mais Inovadoras

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

O tempo passa e o mundo muda. O tempo passa, o mundo muda e o evangelho não muda. No meio do caminho existe a Igreja que, com o decorrer do tempo, apresenta o evangelho para o mundo.

Como as igrejas de hoje estão inovando na maneira de alcançar um mundo em constante mudança e quais estão na dianteira? Essa foi a pergunta que motivou a revista Outreach a buscar uma resposta e estabelecer uma lista das igrejas mais inovadoras.

Falando dessa motivação, Tony Morgan, coordenador do estudo, diz: "Ao observarmos as igrejas de hoje e as diversas maneiras criativas pelas quais estão alcançando a sua comunidade, encontramos congregações que não estão temerosas de fazer um 'churrasco com algumas vacas sagradas' ou desafiar o status quo para certificarem-se de que as pessoas ao redor estão ouvindo e entendendo o significado do Evangelho para a sua vida.

Abaixo listei as 9 primeiras igrejas desse ranking:

1. LifeChurch.tv

2. Granger Community Church

3. North Point Community Church

4. Fellowship Church

5. Mosaic Church

6. Seacoast Church

7. Community Christian Church

8. National Community Church

9. Mars Hill Church

Ao destacar o valor da inovação, ouvir histórias e aprender com esses líderes, talvez você se sinta desafiado a iniciar um diálogo com a sua igreja sobre o futuro dela e o seu impacto na comunidade em mudança.

Antes que alguém apareça com o freqüente zeloso argumento, declaro eu que a igreja não deve em momento algum comprometer a sua mensagem. E vou
além, inovação por inovação, não tem valor na igreja. Mas se o resultado final forem vidas transformadas para Cristo, então a igreja precisa mudar.

Artigo e ranking completo na Outreach Magazine

Conflitos Impedem o Crescimento

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

O que tem em comum as igrejas que crescem? Tentando responder essa pergunta o Hartford Institute for Religion Research fez uma pesquisa com 900 congregações. O relatório apresenta as conclusões.

O item mais importante na lista é o relacionamento entre os membros e a ausência de conflitos graves.
C. Kirk Hadaway, autor do relatório ainda ressalta: "Essa descoberta aponta para a necessidade da habilidade de resolver conflitos entre os pastores".

Ainda, as congregações com maior probabilidade de crescimento, segundo o relatório, são aquelas que:

-- têm missão e propósito claros como igreja;
-- conduzem cultos dinâmicos;
-- apresentam um plano específico de evangelismo;
-- reestudaram o formato dos cultos nos últimos cinco anos.

Vale a pena fazer o teste!
Por G. Jeffrey Macdonald para o Religion News Service

Veja On-line: Evangélicos em Profundidade

terça-feira, fevereiro 13, 2007



A edição da semana passada da revista Veja destacou
A Força da Fé na Vida Moderna. Essa não foi a primeira e nem será a última vez que fé e religião ocupam a capa do periódico. O meu destaque, no entanto, vai para a nova seção da revista Veja online sobre os evangélicos.

Nessa seção, que destaca principalmente o crescimento do número de evangélicos no País, você também encontra artigos, como:

O crescimento vertiginoso das igrejas
- Neopentecostais já somam dezenas de milhões de seguidores
O trabalho de conversão e a ação social - Pastores conqusitam fiéis nas camadas pobres e classe média
Negócios suspeitos, muitas denúncias - Grandes igrejas são acusadas de maracutaias e manipulação
Força no rádio e TV. E adeptos famosos - Seitas compram redes tradicionais. Celebridades se convertem
Uma acirrada disputa com os católicos - A principal religião do país em número de adeptos tenta resistir

Você ainda encontra entrevistas, opiniões e infográficos úteis na compreensão do mundo evangélico brasileiro!

Espero que goste da dica!
Um abraço.

A Igreja em 2011

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Recentemente a Adventist Review publicou um artigo de Thom S. Rainer, autor de vários livros sobre o Crescimento da Igreja, entitulado A Igreja em 2011. A análise de Thom tem a ver com o envelhecimento da população e a importância da Igreja estar sensível a isso.

Em 1900, a expectativa de vida nos Estados Unidos era de 47 anos. No ano 2011, a estimativa é de que esse número esteja em torno de 80 anos. Naquele país, um fenômeno conhecido como "Baby Boom" ainda amplia essa realidade, já que um terço dos americanos vivendo hoje, nasceram entre 1946 e 1964.

A pergunta é: como a igreja responderá a esse cenário?

Alguns fatos curiosos:
  • Atualmente, dois terços dessas pessoas não vão à igreja mais do que duas vezes ao ano;
  • Muitos desse grupo estão se tornando nostálgicos;
  • Aparentemente, contrário à tendência geral, a receptividade desse grupo ao evangelho tem aumentado com o passar do tempo;
  • As pessoas desse grupo, no entanto, não se contentarão em simplesmente serem mais um na igreja; e,
  • Esse grupo estará cada vez mais interessado em aprofundar-se no estudo das verdades bíblicas.
A outra pergunta é: estamos prontos para atender essas pessoas?

No Brasil, a expectativa de vida também tem aumentado consideravelmente nos últimos anos e a igreja refletirá essa realidade. Freqüentemente, as igrejas tem se preocupado em ministrar para os jovens, mas raramente para os mais velhos.

Sem nos esquecermos das crianças, adolescentes e jovens, como podemos incluir os mais velhos e impactar a eternidade deles?


Leia o artigo na íntegra, aqui (em inglês).

A Comunidade É o Seu Foco Principal?

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Na edição de Janeiro/Fevereiro deste ano da revista Facts & Trends foram publicados os resultados de uma pesquisa que mostra o envolvimento das igrejas protestantes nos Estados Unidos com o evangelismo e a comunidade:

  • 70% das igrejas utilizam a Escola Cristã de Férias, o método mais comum;
  • 59% usam folhetos, livros e revistas;
  • 56% realizam eventos para a vizinhança;
  • 51% promovem concertos musicais;
  • 50% fazem mala-direta; e
  • 49% visitam asilos.
Outros programas populares incluem os dias especiais para convite de amigos à igreja (42%), reavivamentos e cruzadas evangelísticas (37%), serviços comunitários (31%), websites e blogs (27%), recursos audiovisuais (26%) etc.

O estudo ainda apresentou as razões pelas quais os pastores não estão mais envolvidos em alcançar a comunidade.
  • 58% Falta de voluntários
  • 52% Falta de líderes leigos
  • 50% Falta de dinheiro
No entanto, o que mais chamou a atenção nos resultados foi que 39% dos pastores alegaram não fazer mais pela comunidade pelas seguintes razões:
  • O seu foco estava em sua congregação;
  • Preferiam satisfazer as necessidades espirituais em vez das físicas;
  • Essa não era uma prioridade na sua igreja;
  • A sua comunidade não tem grandes necessidades;
  • Outras organizações fazem essas coisas melhor do que eles; e
  • Porque a sua comunidade não está interessada.
A comunidade é o seu foco principal?

Recomendo a leitura do relatório completo e análise das tabelas comparativas.

A Visão do Crescimento Futuro

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Na semana passada, The New York Times publicou um artigo (A Church's Challenge: Holding On to Its Young, o terceiro de uma série) sobre o crescimento da igreja e o desafio, nada novo, de manter o interesse dos jovens. A reportagem cita a pequena igreja do bairro do Harlem, Arca da Salvação Para o Novo Milênio, com 60 membros, que tem obtido sucesso com os jovens e adolescentes.

O pastor Danilo Florian há dois anos sonhou com um grupo de louvor dirigido por esse grupo. Desde então, ele conseguiu instrumentos e pagou as aulas de música de alguns jovens que hoje tornaram aquela visão uma realidade.

O articulista ainda destaca que, diferente do que alguns possam pensar, os padrões do estilo de vida dessa igreja são bastante conservadores. Os jovens são desincentivados a assistir à televisão, a dançar e a namorar jovens de outras igrejas, por exemplo.

Obviamente, os benefícios desse projeto são muito mais amplos, sendo as mudanças e novas esperanças na vida dos jovens, os principais. A maioria dessas pessoas vem de famílias desestruturadas, tem parentes presos, envolvidos no tráfico de drogas e tinha pouquíssimas possibilidades de sucesso.

Após o contato com a igreja, a superação do preconceito e a chance de participação direta no grupo de louvor, as perspectivas mudaram e hoje eles são as pontes entre a igreja e os amigos e parentes.

Não deixe de ver a apresentação multimídia sobre essa igreja (em inglês e espanhol).

Feliz Natal e Ótimo 2007!

terça-feira, dezembro 26, 2006

Um agradecimento especial a todos que acessaram o blog em 2006 e acompanharam os temas aqui apresentados.

Você é apaixonado pela Igreja e pela sua missão!

Durante as próximas 3 semanas o blog não terá atualizações tão freqüentes devido ao período de férias. Aguarde novidades para 2007! Um abraço.

A Criatividade e o Crescimento da Igreja

segunda-feira, dezembro 25, 2006

Costumo dizer que não existe uma "fórmula mágica" (Só pequenos grupos, só igrejas-lar, só evangelismo público etc) para o crescimento da igreja. Existe, sim, uma orientação bíblica clara de que precisamos planejar sob a direção constante de Deus para cumprirmos a missão de pregar o Evangelho eterno.

No entanto, percebe-se que em todos os lugares onde a missão é cumprida com êxito aparece um elemento em comum: criatividade. Algo único, específico, compartilhado e inovador.

Dr. Monte Sahlin, tem apresentado esse tema em seu blog Faith in Context mais de uma vez com muita propriedade.

"Uma fé experimental é expressa em um ministério experimental. É dessa forma que expressaria isso como princípio. Não precisa ser verdadeiramente experimental no sentido de estar sendo feito pela primeira vez e com um modelo experimental estruturado ou conscientemente replicando um modelo (o que é muito raro), mas no sentido de ser sempre inovador e sem precedentes para as pessoas involvidas."

Recentemente no New York Times, Tom Friedman abordou a questão da criatividade nas empresas apontando esse fator como a chave para o sucesso. Segundo ele, a criatividade é premiada.

Então perguntamos como isso se aplica à igreja. Estamos desenvolvendo comunidade que atraem, encorajam e apóiam pessoas criativas? Estamos também "premiando" a criatividade no ministério?

Dr. Sahlin vai além afirmando que "existe um sentido em que essa dimensão criativa é uma assinatura de autenticidade, um sinal da presença e atividade do Espírito."

O final do ano é a melhor época do ano para os negócios. Muitas áreas asseguram os seus lucros nesse período. As empresas tornam-se realmente criativas para vender e lucrar muito.
Acontece que o tema dessa época do ano é Jesus e nós deveríamos ser os especialistas em apresentar Jesus. Por que não empregamos mais criatividade na pregação do evangelho?

O Evangelho Ecológico

terça-feira, dezembro 12, 2006

A o mundo enfrentar a “inconveniente verdade”, como o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, chamou a mudança climática, as igrejas na Grã-Bretanha estão procurando saber como podem ajudar a deter não apenas a decadência espiritual do planeta, mas também o seu declínio ambiental.

No dia 20 de novembro passado, várias igrejas se uniram numa reunião sobre as mudanças do clima, em uma reunião realizada na sede do Christian Aid, uma organização beneficente com sede em Londres.

Segundo o Christian Aid, “nenhum outro tema em particular se apresenta como um claro e iminente perigo para o bem-estar futuro dos pobres do mundo.”

“As potenciais devastações das mudanças climáticas são tão severas que poderiam anular os esforços para assegurar um desenvolvimento significativo e sustentável nos países pobres”, continua o relatório. “Na pior das hipóteses, poderiam também fazer retroceder o progresso real até agora alcançado... A mudança no clima, então, é um tema de grande urgência para a pobreza”.

Dentro do contexto teológico das igrejas como “mordomos fiéis” da Criação, o Christian Aid enfatizou a importância da urgente necessidade da diminuição das emissões de carbono no ar para proteger o meio ambiente e lutar contra a pobreza nos países em desenvolvimento.

A essência da reunião foi que essas igrejas que apóiam o Christian Aid deveriam praticar o que pregam.

Os temas levantados foram:

  • O que as igrejas estão fazendo para diminuir a emissão de carbono dentro de seus prédios?
  • Os membros deveriam usar lâmpadas que economizam energia?
  • Os prédios das igrejas estão adequadamente isolados?
  • Há mais que poderia ser feito, como o transporte solidário para assistir aos serviços de culto na igreja?

No ano de 2007, o Christian Aid planeja alcançar o governo e as empresas num esforço para encorajar as indústrias a se registrarem e diminuírem a taxa de emissão de carbono para cinco por cento cada ano.


Por Alan Hodges, para a ANN (Ano 9 - 2006 – 332 – 12/12/06).

A Igreja Precisa de Templos?

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Por Márcio Dias Guarda, em março de 2000, na Revista Adventista.


Os Vizinhos da Igreja

sexta-feira, novembro 24, 2006

Se a sua igreja repentinamente deixasse de existir, quem sentiria falta dela?

Logicamente, você não seria o único, certo? E as pessoas do bairro? E as da comunidade?

Por Que as Pessoas Saem da Igreja?

quarta-feira, novembro 15, 2006

Um estudo recente realizado pela LifeWay Research com 469 pessoas apontou as causas pelas quais elas pararam de ir à igreja.

De forma geral, 59% das pessoas que sairam da igreja disseram que a causa foram as mudanças na situação de vida. De acordo com o estudo, 19% dessas pessoas simplesmente tornaram-se ocupadas demais para freqüentar a igreja. Outros 17% apontaram as responsabilidades para com a família como sendo a razão principal. Ainda foram mencionadas a situação no trabalho, divórcio e mudança como influenciadores nesse distanciamento.

Outra razão comum para deixarem de ir à igreja segundo a pesquisa é a decepção com o pastor/igreja. Dos entrevistados, 37% citaram esse item. Segundo a LifeWay, 17% das pessoas disseram que os membros da igreja eram "hipócritas" e "julgadoras dos outros" e 12% apontaram que a igreja era conduzida por uma "panela que desencorajava o envolvimento".

Ainda, 80% dos que deixaram a Igreja não têm uma crença firme em Deus, o porquê de eles priorizarem o trabalho e a família em relação à igreja.
Entre as dez principais razões para as pessoas sairem da Igreja, somente duas eram espirituais. Parte dos entrevistados, 14%, disseram que a igreja não estava contribuindo para o seu desenvolvimento espiritual, enquanto outros 14% disseram que pararam de acreditar em uma religião organizada.

O estudo ainda sugere que uma maior atenção aos membros pode influenciar no discipulado. Das pessoas que deixaram a igreja, 16% disseram que ninguém as contactou após pararem de freqüentar a igreja e outros 16% sentiram que ninguém parecia se importar com o fato.


Mais detalhes sobre essa pesquisa clicando aqui (em inglês).

Cresce o Pentecostalismo na América Latina

quinta-feira, novembro 09, 2006

Uma pesquisa sobre o pentecostalismo na América Latina foi divulgada recentemente apontando aspectos interessantes da nossa realidade.

O crescimento dos pentecostais e carismáticos na América Latina segundo a World Christian Database:

1900 0.01 milhões e 0.0% da população
1970 12.6 milhões e 4.4% da população
1990 118.6 milhões e 26.9% da população
2005 156.9 milhões e 28.1% da população
No Brasil, o censo do ano 2000 revelou que o número de evangélicos era de mais de 15% da população, cerca de 26 milhões de pessoas, e 68% da comunidade evangélica era pentecostal.

As descobertas da pesquisa do The Pew Forum em 2006 sugerem que a expansão evangélica no Brasil é predominantemente pentecostal, com aproximadamente 8 em 10 evangélicos entrevistados indicando que são pentecostais ou carismáticos. A igreja Assembléia de Deus é a maior igreja pentecostal com cerca de 40% do total. Vale lembrar que praticamente metade dos católicos entrevistados foram classificados como carismáticos.

A pesquisa também apresenta o relacionamento entre a política e o crescimento do pentecostalismo no país.

Veja mais sobre o desenvolvimento histórico do pentecostalismo na América Latina. http://pewforum.org/surveys/pentecostal/latinamerica/ (em inglês)

Quão Saudável é a Sua Igreja?

sexta-feira, outubro 27, 2006

Duas afirmações unânimes são: "A Igreja deve ser saudável" e "uma igreja saudável deveria naturalmente crescer". A pergunta, no entanto, mais difícil de conseguir a mesma unanimidade, é: "Como saber se a Igreja é saudável?"

Como saber se a adoração, instrução, evangelismo, treinamento e comunhão na sua igreja está no caminho certo? Como medir o impacto do ministério na congregação e na comunidade?

Marshall Shelley, editor do Leadership Journal, publicou recentemente um artigo entitulado
"Can Effectiveness in Ministry Be Measured?"

Segundo ele, a saúde da igreja hoje tem a ver com transformação de vidas. Eis a sugestão de quatro maneiras de se medir o sucesso no discipulado:

1. O número de interessados nos cultos e eventos evangelísticos (no mínimo, 15 por cento).
2. O número de membros capacitados para testemunhar da sua fé (no mínimo, 25 por cento).
3. O número de adoradores que participam em pequenos grupos de oração e estudo bíblico (no mínimo, 60 por cento).
4. O número de membros que já identificaram os seus dons espirituais e estão aplicando-os de alguma forma (no mínimo, 60 por cento).

Marshall ainda lista cinco perguntas interessantes que nos ajudam a medir o impacto da igreja na vida das pessoas:

1. As pessoas sentem a presença de Deus na igreja? Apesar de a resposta ser bastante individual, havemos de concordar que a negativa é um parâmetro supremo.
2. A igreja é focada nos outros? As pessoas estão interessadas em conhecer novas pessoas, o que eles precisam e como podem suprir essas necessidades?
3. Os convidados encontrarão alguém na igreja como eles? Existe a identificação entre visitantes e membros?
4. A igreja sabe lidar com conflitos? O que determina a saúde da igreja não é necessariamente a não existência de conflitos, mas como são administrados.
5. Existe um clima de expectativa? O que motiva a igreja além de saber como Deus tem os guiado no passado, é viver uma expectativa e viver as bênçãos dos céus no presente e no futuro.

De forma absoluta no entanto, só vamos conhecer a verdadeira espiritualidade quando ouvirmos "muito bem, servo bom e fiel" (Mt. 25:21).

Por Que Algumas Igrejas Crescem e Outras Não?

sábado, outubro 14, 2006

Extraído do artigo de Daniel Julio Rode (Clique e leia na íntegra)

Especialistas em crescimento da igreja admitem que é difícil explicar com precisão por que algumas congregações crescem e outras não. O crescimento de uma igreja é ato complexo e não há maneira de reduzir essa complexidade a uma simples fórmula.1 Contudo, experts do gabarito de Peter Wagner, Christian Schwarz e Ken Hemp-hill vêm estudando esse fenômeno em diferentes países e culturas, e desenvolveram vários modelos de igrejas sadias e em crescimento. Uma análise desses estudos, aliada a observações experimentais diretas, indicam que tais congregações tomaram 10 iniciativas específicas.

1. Possuem uma liderança competente e visionária

Esses líderes são dirigentes otimistas que aceleram, concentram e dirigem todas as atividades da igreja segundo a visão divina para aquela congregação, e no sentido de produzir crescimento.

2. Desenvolvem ministérios de acordo com os dons, e evangelismo de acordo com as necessidades

Um estudo revelou que 68% dos membros de igrejas em crescimento disseram: “As tarefas que desempenho na igreja estão de acordo com meus dons.” Em congregações estagnadas, somente 9% harmonizam-se com essa declaração.

3. Irradiam o contágio da espiritualidade

A “ousadia” de pregar o evangelho era uma das marcas do crescimento da igreja primitiva (Atos 4:13, 31; 13:46; 14:3; 19:8; I Tessalonicenses 2:2).

4. Seguem prioridades baseadas na Bíblia

As igrejas que crescem têm suas prioridades arranjadas segundo a ordem bíblica: relacionamento com Deus, relacionamento com a igreja local, e dedicação ao trabalho da igreja.

5. Adotam estruturas funcionais

Schwarz observa: “Nossa pesquisa teve êxito em demonstrar e atestar que o fenômeno doentio do tradicionalismo... está numa relação inversa tanto com o crescimento como com a qualidade das igrejas”.

6. Planejam inspiradores serviços de culto

Em congregações crescentes, 80% de seus membros disseram que o culto em suas igrejas têm sido uma experiência inspiradora; mas somente 49% disseram o mesmo em igrejas estagnadas.

7. Desenvolvem um programa de células

Em congregações prósperas, 78% dos membros disseram que suas igrejas “encorajavam conscienciosamente a multiplicação de pequenos grupos mediante divisão, ao passo que em igrejas estancadas somente 6% disseram o mesmo”

8. São amistosas

A amizade é um fator importante que afeta o crescimento da igreja. Sua ausência causa apostasia e sua presença encoraja a volta daqueles que estiveram fora.

9. Fazem discípulos

A transformação de membro em discípulo é um fator importante em congregações crescentes. Quanto mais eficaz o processo de fazer discípulos, tanto mais pujante é o crescimento da igreja.

10. Valorizam os diferentes aspectos humanos

As pessoas gostam de se tornar cristãs sem terem de cruzar barreiras raciais, lingüísticas ou de classe.

Qualquer congregação que busque crescimento não pode ignorar essas dez caraterísticas. O ponto principal é que não há um fator isolado que resulte no crescimento de membros, mas a operação harmoniosa de diversas caraterísticas visando a um só propósito.

O Fenômeno das Mega-Igrejas

sexta-feira, setembro 22, 2006

O estudo anual sobre o crescimento das mega-igrejas da revista Outreach deste ano já foi publicado. O relatório apresenta a lista das cem igrejas que mais cresceram nos Estados Unidos no ano de 2005.

Este ano, 52 igrejas estréiam na lista e não faziam parte do ranking do ano passado. Os estados americanos mais representados são o Texas, a Califórnia, a Flórida e a Geórgia. As igrejas mais presentes no relatório são as baptistas, independentes, independentes carismáticas e assembléias de Deus.

Aqui estão as 10 top:
1. Lakewood Church - 12.000 membros - Pastor Joel Osteen
2. Park Cities Presbyterian Church - 5.018 membros - Pastor Skip Ryan
3. New Birth Missionary Baptist Church - 3.500 membros - Pastor Eddie Long
4. Salem Baptist Church - 3.366 membros - Pastor James Meeks
5. Without Walls International Church - 3.330 membros - Pastor Randy White
6. Asbury United Methodist Church - 3.240 membros - Pastor Tom Harrison
7. St. Luke Community UMC - 3.037 membros - Pastor Tyrone Gordon
8. Willow Creek Community Church - 2.900 membros - Pastor Bill Hybels
9. Grove City Church of the Nazarene - 2.861 membros - Pastor Mark Fuller
10. Community Bible Church - 2.858 membros - Pastor Robert Emmit


Obviamente o relatório está limitado ao crescimento numérico das igrejas e claramente inserido no contexto da coqueluche do momento nos Estados Unidos: as mega-igrejas. No entanto, acredito que podemos aprender aspectos interessantes dessa observação. Um crescimento numérico de 3.000 membros em um ano, em uma só igreja, exige, no mínimo, um bom planejamento. Enfim, diversas outras lições estão disponíveis a todos através dos websites das igrejas relacionadas.